sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CARTA SUPER ABERTA À SECRETÁRIA DE ESTADO DA MODERNIZAÇÃO ADMNISTRATIVA



CARTA SUPER ABERTA À SECRETÁRIA DE ESTADO DA MODERNIZAÇÃO ADMNISTRATIVA
30/8/17


                                       “Estas ingratas nem sequer valorizam
                                                  o esforço de uma erecção!”
                                                               J. L. H.

            De seu nome Graça Maria Fonseca Caetano Gonçalves, a qual numa entrevista a um diário, decidiu ribombar a atmosfera com uma declaração da mais comovente e inolvidável pertinência ao assumir publicamente a sua condição de homossexual!
            Não sabíamos que tal assumpção fazia parte das suas actuais funções – já que a denominou de “completamente política” – ou se está relacionada com algum factor, sei lá da Defesa da Pátria, ou outro.
            Pode parecer, até, que tem pouco que fazer nessa “sua” Secretaria de Estado, para se andar a preocupar com estas coisas…
            Já sei, quis modernizar-se e assim obter os seus 15’ de fama! Só pode.
            Mas, confesso-lhe Graça Maria, que soube a pouco.
            Eu e o grupo de pensionistas e reformados activos, que me acompanham, exigimos mais.
            Incomensuravelmente mais!
            Sem querer por em causa a constitucionalidade da afirmação, antes corroborando-a, gostaríamos de saber, com que práticas “fofas” se deleita, até porque não só a curiosidade lúbrica também é constitucional, como poderemos vir a ensinar aos nossos netos algo mais, de modo a que eles possam crescer instruídos e não constrangidos por mentalidades castradoras e reaccionárias.
            Além do mais, Graça, perguntar não ofende…
            E verá que a partir de agora, as revistas “cor - de - rosa” não a vão largar.
            Agora que abriu o livro pense só na revolução que pode vir a causar, por exemplo, o voyeurismo da “coisa” poder ser uma alternativa à permanente masturbação mental futebolística que percorre com sanha, a sociedade portuguesa, “máxime” as queridas televisões!
            Pense bem Graça, como socióloga, não gostaria de deixar o seu nome ligado a uma semelhante arqui - revolução?
            Por isso abra a mente, o coração, escancare o espírito (Graça o espírito!) e diga-nos, que fantasias lhe povoam a mente?
            Eu sei que, algo contraditoriamente, exprimiu a necessidade de haver privacidade…
            Mas não acha justo que se saiba se usa cuequinhas com bolinhas ou com flores?
            É que tal indicava logo qual o papel que prefere no acto, o de macho ou fêmea (o de transgénero aqui é mais complicado, mas com um bocadinho de jeito…)!
            Ou saber quem fica por baixo ou por cima, à esquerda ou à direita, não será da maior relevância política?
            Diga-nos, por favor, se o fio dental a seduz ou se pelo contrário o mesmo lhe faz ardor, ou lhe irrita a pele?
            É que se não a incomodar, pode servir como ideia para umas ofertas, já que fica abaixo do valor das “prendas” que os políticos estão autorizados a receber (desde que o fio não seja de ouro, bem entendido).
            E já nem precisa que uma qualquer empresa lhe pague uma deslocação ao estrangeiro!
            Aludiu ao direito de dizer e de afirmar, nós evocamos o direito de saber, sim porque nós votamos e pagamos impostos!
            Graça, você entreabriu a porta…
            Eu, aliás, acho que se deve assumir tudo, não é doutora?
            Já agora, também se injecta na veia ou fica-se pelos alcaloides ou opiáceos leves?
            Por acaso lembra-se se soprou no balão antes de dar a tal entrevista?
            Temos que reconhecer, sem embargo que, pelo menos, esta destemida afirmação de troca de género – e eu a julgar na minha ingenuidade ser uma coisa de gramática - mostra alguma coerência com a transparência que o actual Governo da geringonça, de que faz parte, apregoa.
            Ou será uma conversão, tardia à católica religião, agora que o “lobby gay” (tinha até graça criar um “lobby hétero”…) anda a ganhar foros de cidadania no seio da própria Santa Sé?
            Sem embargo existe outra razão porque eu e o grupo de avençados, a ficarem mais para lá do que para cá, pretende saber mais coisas é porque, ó Graça, você faz parte do Governo, ou seja daquele grupo de políticos esforçados que tratam de nós e da Polis. (da polis, Graça Manel, perdão Maria, não da pilinha, dessa cada um de nós trata sozinho, percebe?).
            E quem trata da Polis, deve merecer a nossa preocupação.
            Por isso queremos saber que eventuais pressões terá sofrido, pobre criatura, para ter “saído do armário” nesta altura!
            Que atavismos a perseguem?
            Que pulsões a transtornam?
            Que fantasmas lhe inculcaram na mente, que lhe perturbam os sonhos (quiçá, eróticos)?
            Graça diga-nos, que nós vamos lá e vai tudo raso!
            É que se a sua conduta é política isso também nos diz respeito e não queremos que lhe falte nada.
            E a sua frase sobre “a forma como se olha para o outro tem muito a ver com a empatia”, e “a opção sexual de cada um não afecta em nada o que se faz”, não nos sossega, pois não se consegue ligar a afirmação pesporrente do “eu” homossexual, com os conceitos expostos.
            Por tudo isto esforçada Drª (ou devo chamar-lhe Dr.?), mais reforça a ideia de continuar a não votar há muito, no naipe dos Partidos Políticos actuais: albergam, entre muitas outras barbaridades que praticam, pessoas como a senhora/senhor, LGBT+%&#$, etc..
            Isto não é o Governo da Polis, mas sim uma longa fila para o consultório do Freud!
            Por isso estou farto de si e deles.
            Tenha respeito por si e cure-se.
        



                                                  João José Brandão Ferreira
    (Cidadão cada vez mais radicalizado no Santuário de Santa Maria da falta de Pachorra)