Este blogue apresenta os pensamentos, opiniões e contributos de um homem livre que ama a sua Pátria.
domingo, 3 de janeiro de 2016
O FORTE DE ELVAS - OMAIOR DA EUROPA - INAUGURA UMA IMPORTANTE REQUALIFICAÇÃO
A jóia da arquitectura militar portuguesa sofreu beneficiações importantes
Elvas inaugurou a requalificação do seu monumental Forte, tido pelo maior Europa no seu género
( O conjunto de Fortificaçõs de Elvas está classificado pela Unesco como Património da Humanidade - bens histórico/culturais )
A configuração definitiva data do século XVIII e ocupa uma área total de sete hectares.
O Forte da Graça - Elvas, Portugal
Além da recuperação da casa do governador e das casas dos oficiais,
foram ainda repostas todas as cores originais da fortaleza e
recuperadas todas as estruturas, nomeadamente a cisterna, a
prisão, as galerias de tiro e a capela, onde foram descobertos frescos
do século XIX, também eles alvo de intervenção.
As obras de requalificação do Forte da Graça, em Elvas, concluídas
em 27 de Novembro deste ano, custaram de 6,1 milhões de euros.
A fortificação, considerada a maior da Europa no seu género, passou
A fortificação, considerada a maior da Europa no seu género, passou
a ser gerida no final do ano passado pela Câmara Municipal de
Elvas, por cedência do Ministério da Defesa, estando previsto que o
monumento receba cerca de cem mil visitantes por ano.
O Forte da Graça, também conhecido como Forte de Lippe, vai estar
O Forte da Graça, também conhecido como Forte de Lippe, vai estar
aberto ao público todos os dias entre as 10.00 e as 12.00 horas e
entre as 14.00 e as 17.00 horas.
O baluarte central
O Forte foi mandado construir por D. José I, no monte onde se encontrava a
antiga capela de Nossa Senhora da Graça. O monte da Graça é um dos
pontos mais altos da região, constituindo portanto um local de grande
importância estratégica.
O reduto era defendido por 1500 militares e por três ordens de
baterias em casamatas, com canhoneiras.
Durante o cerco de Elvas (1658-1659), no contexto da Guerra da
Restauração, o exército espanhol tomou o local e nele instalou uma
posição de artilharia, a partir da qual atacou severamente a cidade.
A situação repetiu-se em 1762, durante a Guerra dos Sete Anos
(1756-1763), quando Elvas foi novamente sitiada.
Finalmente, e logo em 1763, D. José I determinou a construção de
uma fortaleza que permitisse completar o circuito defensivo da
cidade. Do seu planeamento foi encarregado o Marechal Wilhelm
von Schaumburg-Lippe, mais conhecido como Conde de Lippe, que
viera de Inglaterra no ano anterior, para colaborar na defesa do
reino de Portugal.
Porta do dragão
A ermida de Santa Maria da Graça foi destruída, tendo a imagem da
Virgem que guardava transitado para a capela do forte, donde veio a
desaparecer mais tarde com as invasões francesas.
A obra foi muito exigente para a região, tendo nela trabalhado 4 mil
homens, entre 1763 e 1792. O forte ficou de imediato conhecido
como Forte de Lippe, e mais tarde, em 1777, por ordem de D. Maria
I, por Forte de Nossa Senhora da Graça.
A edificação resistiu ao ataque das tropas espanholas durante a
Guerra das Laranjas (1801), e ao bombardeamento que durou 82
dias, infligido pelas tropas francesas do general Soult, no contexto
da Guerra Peninsular (1811).
Pormenor do interior do espaço amuralhado
O forte é uma obra-prima da arquitectura militar europeia do século
XVIII, tanto pela originalidade das soluções aí apresentadas, como
pela sua monumentalidade. É constituído por três linhas de defesa.
A parte mais exterior consta de um caminho coberto, defendido por
canhoeiras, um hornaveque (do alemão hornwerk), composto por
dois meios-baluartes ligados por uma cortina, e por um fosso seco,
com 10 metros de largo. Segue-se uma estrutura quadrangular com
150 m de lado, com quatro baluartes nos vértices. Os panos de
muralha, ou cortinas, são cobertos por revelins e rasgados pela
porta principal, denominada Porta do Dragão, a Sul, e por "portas
posteriores" ou poternas, protegidas por canhoeiras. Entre as
cortinas e o segundo fosso desenvolvem-se inúmeras dependências,
incluindo casernas e outras edificações. O reduto propriamente dito
é uma torre de planta octogonal, com pisos abobadados, constando
de capela no piso térreo e Casa do Governador nos pisos nobres. Por
baixo da capela existe uma notável cisterna.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Pergunta de um MarineUSA a um amigo que trabalhou na Arábia Saudita por 20 anos: "Pode um bom Muçulmano ser um bom Americano, um bom Canadense ou um bom Inglês ?"
Eu
sei que alguns de vocês têm sentimentos sobre o que está acontecendo,
no Oriente Médio e na Europa, com os Muçulmanos ditos refugiados, mas
esta mensagem chegou e me fez pensar sobre o que ela diz. Se
isto é verdade, então nós estamos entrando numa briga dos diabos para
manter aquilo por que muitos companheiros morreram, talvez não no meu ou
no seu tempo de vida, mas a coisa não está parecendo boa para nossos
filhos e netos !
Pode um bom Muçulmano ser um bom Americano, um bom Canadense ou um bom Inglês ?
Esta questão foi enviada a um amigo que trabalhou na Arábia Saudita por 20 anos.
O texto abaixo é a resposta dele:
O texto abaixo é a resposta dele:
Teologicamente – não. Porque a sua fidelidade é para com Alá, o deus lua da Arábia.
Religiosamente – não. Porque nenhuma outra religião é aceita pelo seu Alá, exceto o Islã.(Quran, 2:256) (Corão)
Com relação às Escrituras – não. Porque a sua fidelidade é com os cinco Pilares do Islã e com o Corão.
Geograficamente – não. Porque sua fidelidade é com Meca, para a qual ele se vira cinco vezes por dia para orar.
Socialmente – não. Porque sua fidelidade ao Islã o proíbe de fazer amigos Cristãos ou Judeus.
Politicamente – não.
Porque ele deve se submeter aos mulás (líderes espirituais), que pregam
a aniquilação de Israel e a destruição da América,o Grande Satã
Domesticamente – não. Porque ele é instruído a casar com quatro Mulheres e bater e açoitar sua esposa quando ela o desobedece. (Corão 4:34)
Intelectualmente – não.
Porque ele não pode aceitar a Declaração de Direitos Canadense, ou a
Constituição Americana, uma vez que ela é baseada em princípios da
Bíblia e ele acredita que a Bíblia é corrupta.
Filosoficamente – não.
Porque o Islã, Maomé e o Corão não permitem liberdade de religião e
expressão. A Democracia e o Islã não podem coexistir. Todo governo
Muçulmano é, ou ditatorial, ou autocrático.
Espiritualmente – não.
Porque quando nós declaramos [ser] "Uma nação sob Deus", o Deus Cristão
é de amor e bondoso, enquanto que Alá nunca é mencionado como "Pai
Celeste", nem é chamado de "amor" nos 99 excelentes nomes do Corão.
Portanto,
depois de muito estudo e deliberação.... Talvez nós devamos ter muita
desconfiança sobre TODOS OS MUÇULMANOS neste país.Eles obviamente não
podem ser "bons Muçulmanos" E "bons Americanos, bons Canadenses ou bons
Ingleses". Você pode chamar isto do que quiser, mas ainda é a verdade. E
é bom que você acredite nisto. Quanto mais pessoas acreditarem nisto,
melhor será para o nosso país e para o nosso futuro.
A guerra religiosa é maior do que [tudo] aquilo que nós conhecemos ou compreendemos !
Nota de Rodapé: Os Muçulmanos têm dito que nos destruirão a partir de dentro. PORTANTO....... A LIBERDADE NÃO É DE GRAÇA.
OS FUZILEIROS NAVAIS DOS ESTADOS UNIDOS QUEREM QUE ESTA MENSAGEM SE ESPALHE POR TODO OS EUA, CANADA E GRÂ BRETANHA.
Por favor não apague esta mensagem até que você a repasse. E não pense que ignorar este problema fará com que ele desapareça !
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
O GOVERNO DA DESBUNDA?
O
GOVERNO DA DESBUNDA?
5/12/15
“Vale
mais ter mau hálito do que não ter hálito nenhum”.
Autor
desconhecido
Dizem que o PS
iniciou o governo com um programa seu, o qual foi aprovado após negociações,
que ficaram obscuras, com o PC (o “P” está ausente porque nunca se comportaram
como portugueses); os “Verdes”, que são um apêndice do anterior; o BE, que é
uma “coisa” inadjectivável do ponto de vista político e social e, quiçá, o PAN
– que um dia destes vai querer provar que os animais têm alma.
Em consequência o
PSD e o CDS (uns entes híbridos) abandonaram S. Bento, apesar de terem em
conjunto somado mais votos nas urnas do que qualquer um dos outros, que não se
apresentaram ao eleitorado coligados, nem sequer com promessas de se coligarem.
E tal aconteceu mesmo
depois da soma de erros e disparates que aqueles fizeram durante os quatro anos
de governação, sem embargo de algumas medidas positivas e realistas que
encetaram.
A Constituição e a
Lei Eleitoral permitem estes arranjos partidários e parlamentares os quais
deixam muito a desejar em termos de Ética e, até, de coerência democrática (mas
quem liga a isso?), logo são legais.
Voilá!
É isto que temos,
ou seja, não temos: não temos quem represente a Nação pela positiva, o que faz
com que metade do eleitorado nem se dê ao trabalho de ir votar.
Todavia sofrem na
mesma as consequências…
A maioria dos
opinativos, porém, apressou-se a dizer que os Partidos se alternaram no Poder e
que a Democracia está a funcionar.
Contudo nada disto
é verdade.
De facto no espectro
político português só existe um partido digno desse nome: o PC. Todos os outros
são aprendizes de feiticeiro. E o PC, por razões sobejamente conhecidas, mas
que se finge ignorar, é uma força política perigosa, antidemocrática e que
traiu o país desde que foi fundado, em 1921, até à queda do muro de Berlim, em
1989…
E a verdade é que a
(GLLP/GLRP) – Grande Loja Legal de Portugal – Maçonaria Regular, de influência
inglesa – foi, em grande parte, substituída no Poder, pelo Grande Oriente
Lusitano (GOL)[1] –
Maçonaria irregular, de obediência francesa, num círculo vicioso de alternância
que já ocorre, desde 1820 – sobretudo desde 1851 - com o intervalo
proporcionado pelo “Estado Novo”.[2]
Isto ajuda também a
compreender, porque é que o PC não está no governo, já que Comunismo, Igreja
Católica e Maçonaria, são mutuamente exclusivos!
Resta esperar agora
pela Presidência da República…
De qualquer modo,
em termos de soberania, de economia e de finanças (estas últimas dominam a
outra), estas obediências Maçónicas já influenciam pouco, dado que a União Europeia,
as cabeças do sistema financeiro internacional (ista) e outras “organizações”
superiores, as dominam, pelo que a acção do partido no governo e dos que o apoiam
se vai limitar ao âmbito dos costumes, dos princípios, da moral e das leis que
os regulam. E, claro, à “gestão” da atribuição dos negócios que se possam fazer
à sombra do Poder, pois o dinheiro continua a fluir.[3]
O que já não é
pouco.
Na sombra
continuará o ataque à Igreja Católica, à família, à noção de Pátria e ao
conceito de Nação, à soberania nacional e à matriz cultural e social,
portuguesas.
Dado o alinhamento
que está montado e a (falta) de qualidade da maioria dos intervenientes que vão
dando a cara, teme-se o pior.
Vai ser duro e tudo
pode acontecer. De resto, quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga.
Por isso o que aí
vem arrisca-se ser o governo da desbunda:
- Da desagregação e subversão da sociedade;
- Das minorias tentarem mandar nas maiorias;
- Do reino exacerbado da demagogia;
- Do facilitismo (já começou com a abolição dos exames da 4ª classe);
- Do abandono dos velhos acima da cota dos 2000 metros, como método avançado de “eutanásia natural”;
- Da desculpabilização das taras;
- Da legalização dos vícios;
- Da imposição do infanticídio como método contraceptivo;
- Das experiências pedagógicas delirantes;
- Da desculpabilização da pedofilia;
- Da vingança do reviralho;
- Do multiculturalismo galopante;
- Da construção de mesquitas;
- Da influência escabrosa do “lobby gay”;
- Da “inclusão” dos coiros;
- Do desnorte estratégico;
- Do fim do resta das Forças Armadas;
- Da “nacionalização da paz” pelo “internacionalismo da guerra”;
- Do viver 30 cm acima do solo;
- De se pensar que o bom do Padre Américo acabou com os malandros todos;
- Do despejo das prisões (perdão dos hotéis de 3 estrelas);
- Da invasão dos “refugiados”;
- Do culto do “coitadinho”;
- Do subsídio do absurdo cultural e científico, que vai da aposta na investigação às “antenas do camarão que vive debaixo da calote polar”, até ao concurso do “peido mais mal cheiroso”;
- Do primado dos Direitos sobre os Deveres e da distribuição versus a produção;
- Da destruição do que resta da Autoridade;
- Do despertar das greves selvagens;
- Da penalização do mérito;
- Do nivelar por baixo;
- Do governo das tripas;
- Da reabilitação das fezes;
- Do assalto descarado aos cargos públicos – o que é típico, aliás, de qualquer partidocracia;
- Enfim a deriva dos hábitos culinários para a chamuça, a mandioca e o couscous, etc.
*****
Estamos pois,
perante a hipótese assaz plausível, de que a acção governativa e do Parlamento
transforme a vida da sociedade portuguesa num fluxo contínuo de nojo, de
imbecilização e de más acções, que só têm a imaginação da mente humana por
limite.
Ou seja, a Nação
dos portugueses não tem quem a represente. Está órfã e teima em não reagir.
Ora que se saiba, a
representatividade é uma das traves mestras da Democracia…
Tudo isto a juntar
à fuga de capitais (que já começou); a descapitalização das empresas (há muito
numa dimensão extrema); o endividamento das famílias (que vai disparar
novamente); a altíssima taxa de desemprego (que só a imigração ajuda a minorar
– criando outros problemas); a falta de investimento (que parou) e a demografia
negativa, que representa um suicídio colectivo.
E, já agora, convinha
tomar consciência de que a Economia, não deve ser encarada como um fim em si
mesma, devendo derivar de uma Política e ser instrumento de uma Estratégia.
E o Sistema
Financeiro deve servir, por seu lado, a Economia e ter preocupações
sociais e não apenas para enriquecer banqueiros; ser campeão da especulação e
ferramenta de controlo político por forças ocultas e sem (aparentemente) rosto.
Ora quem tem mais
poder no mundo (ocidental) faz exactamente o contrário. Isto é: o sistema
financeiro arrasta e condiciona a Economia e controla a Política, transformando
o cidadão num ente consumidor/pagador, controlado informaticamente e pelos
“média”.
Conviver com o mau
hálito, pode ser um meio de contingência para evitar males maiores, mas não
parece nada ser grande regra de vida.
E “isto” passou a cheirar
mesmo mal.
João José Brandão Ferreira
Oficial Piloto Aviador
[1] A mais antiga obediência maçónica portuguesa, fundada em 1802.
[2] E mesmo este foi servido por muitos maçons, alguns deles personagens
notáveis, apesar da lei 1901, de 21 de Maio de 1935, que proibia as associações
secretas.
[3] Não esquecer que a última "tranche" de fundos comunitários
vai entrar no país até 2020.
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