domingo, 12 de novembro de 2017

ANDAR DA CARRUAGEM... ESTA ESTAÇÃO PODE ESTAR PERTO!

O "excelente" Ensino Escolar em Portugal pode dar nisto:
 
O Inspetor do Ministério foi a uma escola para avaliar o aproveitamento dos alunos.
Pediu à professora para sair da sala e, a seguir, perguntou a um dos alunos da primeira fila: Quem incendiou Roma?
O menino, muito assustado, já quase a chorar, respondeu:
Juro que não fui eu, senhor inspetor.
Bastante chocado com a resposta, o inspetor chama a professora e contou-lhe o sucedido.
E a professora respondeu:
O Joãozinho não é mentiroso. Se ele disse que não foi ele, é porque não foi mesmo!
Horrorizado, o inspetor foi à procura do Presidente da Câmara, narrou-lhe o sucedido e sugeriu que ele solicitasse ao Ministério da Educação a demissão da professora.
O Presidente coçou a cabeça, meditou alguns instantes e disse:
Não podemos mandá-la embora, inspetor! Ela precisa do emprego, pois é ela quem sustenta a família e, além disso, foi indicada para o cargo pelo Presidente do Partido. Vamos fazer um acordo: o senhor diz-me
quanto foi o prejuízo do incêndio e a Câmara paga!...


      Gentilmente cedido por Ar Pi e enviado por Carlos Varanda

Alguém conseguirá explicar o que aconteceu?





quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Nova lei da gerigonça..

A propósito da lei proposta pelo PAN ( visando os animais poderem entrar num restaurante e sentarem-se à mesa com o dono, isto é; comerem todos da mesma gamela...) um campino de Almeirim levou o seu animal de estimação ao café!!!!  
  E  TEMOS  DE  ATURAR  ESTA  DEMAGOGIA  BARATA,  até  quando ???


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

AINDA A DECLARAÇÃO UNILATERAL DA INDEPENDÊNCIA DA CATALUNHA



AINDA  A DECLARAÇÃO UNILATERAL DA INDEPENDÊNCIA DA CATALUNHA
2/11/17

                A primeira é a de que o Estado Espanhol deixou os eventos irem longe demais.
                Os independentistas avaliaram mal as circunstâncias e procederam imprudentemente, independentemente das razões históricas de revolta – que as existem.
                A coisa vai resolver-se por si, embora vá deixar marcas.
                As verdadeiras razões porque se deu esta erupção, hão-de vir a saber-se aos poucos – talvez vá passar pelos bancos de Andorra e da Suíça...
                Para o bem e para o mal o tal de Puigdemont vai acabar sem qualquer credibilidade – e agora, depois de ter arranjado um sarilho dos diabos para si e os restantes habitantes lá da terra, pira-se para a Bélgica (um país artificial, inventado pela Coroa Inglesa, na sequência do Congresso de Viena de 1815…) ao menor assomo de ameaça, abandonando tudo e todos à sua sorte!
              Imaginem se o D. João IV, após ter sido coroado Rei pegasse em si e emigrasse para Londres…
                Os povos europeus, cujos Estados agora estão muito receosos das aventuras nacionalistas, ir-se-ão dar conta que é o projecto federalista europeu e não os nacionalismos dormentes, que representa a maior ameaça à sua unidade, liberdade e soberania.
              Vai custar sangue, suor e lágrimas. E uma nota preta.
                                                                       *****
                Em Portugal há algumas vozes que se erguem para defender a Catalunha por causa do “apoio” que deram à Restauração Portuguesa de 1640.
                É um facto que até à união de Castela com Aragão, sobretudo a partir da junção de Castela e Leão, em 1230, que a coroa portuguesa pretendeu sempre “ensanduichar” Castela fazendo alianças, matrimónios ou outras, com Aragão, ou outras forças que se pudessem opôr ao centripetismo castelhano.
                Este “princípio estratégico” não é despiciendo, mesmo nos dias de hoje.
                Porém, em 1640, a realidade foi um pouco diferente.
                Não parece ter havido qualquer conluio entre a revolta da Catalunha e as forças portuguesas que pretendiam livrar-se da coroa dual filipina e passar a ter novamente um rei natural.
                Foi, aliás, a recusa da nobreza portuguesa em obedecer às ordens de Madrid (temos que agradecer ao Conde Duque Olivares…) que a mobilizava justamente para ir combater a revolta que estalara naquelas bandas, que foi, porventura, o verdadeiro rastilho que fez acelerar o levantamento que estalou a 1 de Dezembro de 1640.
                A monarquia espanhola já estava em decadência e tinha várias frentes e não podia acorrer em simultâneo a todas elas.
                Foi isso que tornou a oportunidade, para os conjurados portugueses, única, a não desperdiçar.
                Em termos realistas, as hipóteses de sucesso portuguesas não passariam de 10%; daí o arrojo da acção, mas o sentimento nacional português estava mesmo farto da usurpação filipina…
                Madrid considerou a revolta da Catalunha prioritária pôs-nos de “pousio” e concentrou as suas forças contra aquela.
                Isto deu-nos tempo para respirar e preparar, o que foi fatal para “nuestros hermanos”, que de irmãos têm tido muito pouco…
                Quem verdadeiramente tramou os catalães foram os franceses que lhes retiraram o apoio, depois de os terem incitado à revolta.
              Semelhante acção tentaram fazer com Portugal, após terem feito pazes com a Espanha, julgando-a enfraquecida o suficiente.
                Foi só nessa altura, ao tempo do infeliz e malogrado Rei Afonso VI – que devia ter sido impedido de reinar (por incapaz) – que o poderio militar espanhol se abateu sobre nós.
                Mas aí já o Conde de Castelo Melhor, que governava na vez do soberano, tinha preparado a defesa e os espanhóis morderam bastamente o pó e encharcaram-se em sangue.
                Não fora o desfecho de Montes Claros e hoje estaríamos a beber umas “canas” no Jardim do Retiro, em Madrid…
                E se julgam que a “velha Albion” é pérfida, por causa da sua diplomacia, párem um pouco a estudar a francesa e depois, acharão qual a pior.
                Convém lembrar estas coisas para não perdermos o Norte.
                                                                   *****
                Nos últimos dias fomos confrontados com declarações públicas do PCP e do BE, qual deles verberando mais, a acção do Governo de Madrid e apoiando a causa independentista catalã.
                A situação não surpreende, mas é lamentável.
                Em primeiro lugar porque a posição do país em questões prementes da política externa, deve ser veiculada pelos órgãos competentes do Estado. Estas devem ser objecto de discussão interna, mas não se deve passar para o exterior uma imagem de falta de coesão nacional relativamente a tais questões.
                O “internacionalismo “não se deve sobrepor ao que é nacional, e não podem ser toleradas “quintas colunas” na actuação do Estado.
                Por outro lado, esta actuação é mais uma prova da acção deletéria dos partidos políticos que nada tem a ver com o interesse nacional.
                Passando por cima da irresponsabilidade falhas de actuação costumeira do BE, que já o devia ter feito desaparecer há muito, a posição do PCP parece decalcada daquela que teve durante a Guerra Civil de Espanha, a qual não tem nada a ver com autodeterminação dos povos, mas sim com “internacionalismo proletário”. Ou seja, uma revolução marcadamente ideológica e transversal aos povos e Estados.
                Lembra-se, como exemplo, que o senhor Dr. Barreirinhas Cunhal, aparente controleiro do PCP, na altura, para a Armada deu ordem a um soviete de marinheiros para no dia 8 de Setembro de 1936, prenderam os oficiais dos Contratorpedeiros Dão e Afonso de Albuquerque e tentaram rumar a Espanha a fim de entregarem os navios à Esquadra Republicana a fim de se juntarem à luta das forças republicanas (apoiadas por Moscovo).
                Foram bombardeados (e bem!) pela artilharia dos Fortes de Almada e Alto Duque e renderam-se. [1]
                Os insurrectos foram enviados para a prisão do Tarrafal (construída no único local salubre da ilha) e por lá ficaram uns anos largos.
                Tal configurou um crime nítido de traição à Pátria, mas tal evento é hoje comemorado anualmente em Almada, junto a um monumento de má catadura, denominado de “Ao Marinheiro Insubmisso”, seguido de almoço e discursos.
                Alguns destes portentosos defensores da “liberdade” passaram a usufruir de pensões e condecorações pagas pelo dinheiro dos contribuintes.
                Estranho hábito, este, do actual regime político nacional que deve ser visto como “exótico” pelas nações civilizadas…
                Curiosamente nunca se viu o PCP ou o BE, preocupados em repudiar iberismos serôdios, tão pouco defender a retroacção da portuguesíssima Vila de Olivença, ilegalmente ocupada desde 1807, pelo poder de Madrid, à soberania portuguesa.
                Mas já não nos iremos surpreender se um dia destes vierem reivindicar a independência do Baixo Alentejo, com capital em Baleizão…
                                                                            *****
                Do mesmo modo que foi o PCP o primeiro grupo de indivíduos organizado que pôs em causa, logo após a sua fundação em 1920, e sobretudo após a II GM, a secular presença política de Portugal nas terras de além-mar. Fê-lo apoiado em alguma ideia de superior coturno?
                Não, apenas em obediência cega e acrítica aos ditames do “Comintern”, ou “Terceira Internacional Comunista”, que reunia todos os Partidos Comunistas dos diferentes países!
                Foram eles os primeiros a abrir brechas, neste âmbito, na coesão nacional.
                Andaram a defender interesses de outros em vez dos habitantes da sua própria terra.
                Isto costuma ter um nome.
                Por actuarem por normas com inteligência, embora previsivelmente, não chegam a arriscar disparates como é a norma, por exemplo, do pseudo-historiador Dr. Fernando Rosas, que destila ódio, mentiras e recalcamento cada vez que abre a boca (se um dia trinca a língua…).
                Por isso são mais perigosos.
                                                                              *****
                Finalizo com um desafio.
                Eis o que reza o artigo 308 do Código Penal, em vigor, (Lei nº 65/98, de 2 de Setembro), transcrevo:
                “Traição à Pátria”
                “Aquele que, por meio de usurpação ou abuso de funções de soberania:
a)      Tentar separar a Mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro ou submeter a soberania estrangeira todo o território português ou parte dele; ou
b)      Ofender ou puser em perigo a independência do país;
É punido com pena de prisão de 10 a 20anos.”
                Não sei qual foi a intenção do legislador, mas da versão anterior foram cortados vários artigos que especificavam diferentes situações, concentrando tudo no artigo 308.
                E, curiosamente, o próprio artigo 308 foi podado do termo “violência, ou ameaça de violência”, tornando-o mais abrangente.
                Ora se hoje em dia, por absurdo, alguns de nós, habitantes de uma parte do território nacional que nos resta, ousassem declarar a independência, como reagiria o Estado e o resto do País?
                Convinha estar atento a isto, apesar da Nação Portuguesa ser provavelmente a única no mundo (à excepção do Japão) que nunca teve problemas de coesão nacional, o que representa a nossa maior riqueza.
                Apesar de haver uns adiantados mentais que teimam em falar em regionalização, ninguém querer encarar o federalismo europeu como uma certeza de desaparecimento; de continuar a haver iberistas, burros como portas onduladas e uma tolerância cobardolas e irresponsável, com afirmações inadmissíveis de figuras gradas madeirenses, que em tempos ameaçaram, mesmo tendo em conta o excesso de ponchas emborcadas, com acenos de independência.
                É certo que apenas o fizeram para extorquir dinheiro ao contribuinte continental, mas em política não pode valer tudo.
                E não se deve brincar com coisas sérias.
                Ora a independência e soberania de uma Nação é o assunto mais sério e importante que a deve preocupar.
                    Coisa que anda muito esquecida por estas bandas.

                                                            João José Brandão Ferreira
                                                                  Oficial Piloto Aviador


[1] Transcreve-se um trecho da notável nota oficial de 10 de Setembro de 1936, assinada pelo Chefe do Governo de então:
                “Embora à custa do suor de todo um povo, com alegria e a clara consciência do dever se mandaram construir (os navios). Conscienciosamente os mandei pagar.
Com a mesma imperturbável serenidade dei ordem para que fossem bombardeados, até se renderem ou afundarem. A razão que se eleva acima de todos os sentimentos foi esta: os navios da Armada Portuguesa podem ser metidos no fundo; mas não podem içar outra bandeira que não seja a de Portugal…”.

SEM COMENÁRIOS


Napoleão, pela graça de Deus e a vontade nacional, Imperador dos Franceses

Para ==> Prefeito do Departamento de Var

Senhor Prefeito

Tive conhecimento que diversos incêndios eclodiram nas florestas do Departamento ao qual eu vos confiei a sua administração.

Eu vos dou ordens para fazer fuzilar no local  os indivíduos acusados de os terem ateado.

Doutro modo, se eles voltarem a acontecer eu terei de vos substituir como Prefeito.

Feito Schoenbrunn a 21 de Agosto 1809

Napoleão Imperador

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

CONSIDERAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO UNILATERAL DA INDEPENDÊNCIA CATALUNHA



CONSIDERAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO UNILATERAL DA INDEPENDÊNCIA CATALUNHA
31/10/17

                Independentemente dos cenários possíveis e da evolução dos acontecimentos – que vai depender dos desenvolvimentos políticos (determinados por pessoas de carne e osso) e da “conduta” dos eventos – pretendo apenas tecer algumas considerações algo académicas e no campo dos princípios.
                Independentemente de reafirmar o que já escrevi em artigo anterior, que a independência é uma questão algo escatológica que nada tem a ver com Democracia e leis estabelecidas: uma independência nasce sempre de uma ruptura com algo e por isso terá sempre custos para uma ou mais partes envolvidas.
                A primeira questão que quero chamar a atenção é a da leviandade com que se encara e fala neste assunto como se fosse de uma coisa menor, ou de ir, simplesmente, à esquina da rua tomar um café.
                Tudo isto tem a ver – estamos em crer – com a deficiente preparação escolar e familiar dada aos jovens, mas sobretudo, à velocidade com que tudo acontece diariamente e à multiplicidade dos eventos com que somos confrontados a um ritmo que ninguém consegue pensar e digerir.
                Esta massificação da torrente de notícias, má qualidade de muitos noticiários e comentadores e abundância de muitos programas estupidificantes, quanto não mentirosos por parte dos “media”, onde se destacam as televisões, vão levando pouco a pouco à imbecilização da sociedade, e à baralhação dos espíritos.
                Na esteira, aliás, daquele célebre provérbio algarvio, que estipula que “a abundância faz o gado burro”…
                É provável que não consigamos mudar nada disto, mas convém ao menos, termos consciência do que se passa…
                Por outro lado, vivemos rodeados de paradoxos: o direito à autodeterminação dos povos – embora apenas a pensar no Direito Colonial, mas que ficou extensivo a tudo o resto; o direito à integridade do território de cada país (apesar de haver por esse mundo fora muitas reivindicações neste âmbito); o direito de cada Estado resolver os problemas internos, passou a conviver com o “direito à ingerência”, quando estão em causa os direitos humanos ou outra coisa qualquer que queiram inventar.
                Isto é quem tem poder e interesse em o fazer, em cada momento.
                Tudo isto se passa e é contemplado, nas barbas da ONU, essa prestimosa organização, que até hoje não conseguiu resolver nenhum problema e apenas se justifica para dar emprego aos milhares de funcionários que tem. E, enfim, porque a “Esperança, ao contrário do cabelo, nunca morre”…
                O próprio Direito Colonial foi evoluindo ao longo dos séculos (com ou sem ONU) desde que o D. João II “inventou” a fórmula do “Mare Clausum”, que servia os nossos interesses e não os dos outros. É mais por aqui que devemos ir ao encontro da percepção das coisas.
                O direito à autodeterminação dos povos – que nenhum governo português alguma vez contestou, até porque nós, outrossim, (enfim, até entrarmos para a CEE) queremos a nossa – também é feito pela integração, coisa que todos esqueceram convenientemente, relativamente à chamada “descolonização” portuguesa, cujo caso mais elucidativo foi Timor.
                Também desconhecemos, por exemplo, se a Grã-Bretanha (agora também a braços com a tentativa de secessão da Escócia) está em vias de dar a independência aos dez territórios sob a sua bandeira e que têm a categoria de “non self governing territories”, dada pela ONU, ou se o governo de Washington está na disposição de dar a independência ao Alasca (que comprou à Rússia), ou à tribo dos Sioux, que encafuou em “reservas”.
                Finalmente temos o problema das fronteiras. Elas existem e estão marcadas. E foram normalmente talhadas a golpe de espada.
                Pelo menos as nossas foram.
                E só pela espada podem, em última instância ser defendidas.
                Se estivermos à espera que a “Democracia” – seja o entendimento que tenham dela, o que for – resolva este problema, bem podemos esperar sentados.
                Ora a UE, tem-se esquecido que elas existem. É certo que tem tentado esbatê-las, através da livre circulação de pessoas e mercadorias, mas a fronteira política existe; tentou esfrangalhá-las através do fomento da criação de “regiões”, mas as fronteiras políticas existem; e tanto assim é, que logo criaram uma fronteira administrativa e de soberania, nos territórios que fazem fronteira com os países que não pertencem ao clube, através do Acordo de Schengen.
                Ao qual por ser tão débil e perigoso, nem todos os estados quiseram aderir e pode ser suspenso unilateralmente a qualquer momento.
                Por isso Bruxelas não sabe agora o que fazer com a Catalunha.
                Têm andado a brincar com o fogo…
                Observem: dizem que o problema da Catalunha é um caso interno espanhol (desta vez não há direito a ingerência…); não reconhecem a declaração de independência, mas não querem que as autoridades de Madrid usem de violência!
                Nas palavras do Senhor Donald Tusk, Presidente do Conselho Europeu, o governo espanhol deve “usar a força do argumento e não o argumento da força”.
                Dá vontade de rir e não é humor negro!
                É certo que as forças que apostam na independência catalã, estão ávidas que haja violência, a fim de poderem criar mártires e manter a questão viva, mas se não houver o uso de coação (ela pode ser e está a ser, política, diplomática, económica, financeira, psicológica e militar – as unidades militares estão seguramente prontas para intervir, mas nunca são referidas), isso quer dizer que o estado espanhol se rendeu.[1]
                Se eu fosse a Bruxelas, decretava desde já o licenciamento de todas as forças militares e policiais, e fechava todos os tribunais…
Está tudo maluco?

                                         João José Brandão Ferreira
                                              Oficial Piloto Aviador



[1] E quero deixar claro não ter simpatia alguma pelo Estado Espanhol. Seja este ou outro.