terça-feira, 3 de março de 2015

RELAÇÃO ABSOLVE BRANDÃO FERREIRA VS MANUEL ALEGRE

No passado dia 26 de Fevereiro de 2015, o Tribunal da Relação de Lisboa, exarou o acórdão relativo aos recursos interpostos pelo cidadão Manuel Alegre - que exerce actualmente as funções de Conselheiro de Estado -  e o M.P., relativamente à decisão do Tribunal de 1ª Instância, que absolvia o arguido João J. Brandão Ferreira do imputado crime de difamação.
 
O Douto Tribunal, no seu acórdão, decidiu não dar provimento aos referidos recursos e confirmar a sentença anterior.

Deste acórdão não existe possibilidade de recurso, em termos nacionais.

Pretendo agradecer ao meu advogado Dr. Alexandre Lafayette, pelo seu brilhante profissionalismo; às testemunhas, do fundo do coração, e a todos os familiares, amigos, camaradas de armas, conhecidos, ou simples compatriotas - bons portugueses - que, de diferentes maneiras, manifestaram o seu apoio.

A todos o meu BEM HAJAM!
 

domingo, 1 de março de 2015

PROSPECTIVA POLÍTICA TELEOLÓGICA E AS SOLUÇÕES PARA O PAÍS

A Teleologia é a ciência dos fins; isto é, o estudo filosófico do propósito, do objectivo ou finalidade.

Nos tempos que correm a maioria das pessoas começa a acordar (finalmente) para a crise económica e financeira, mas sobretudo Moral e Política em que mergulhámos – o que levará, por exemplo, a Câmara de Carrazeda de Anciães [1] a sentir a necessidade de oferecer gratuitamente à população, uma sessão do último filme “As 50 Sombras de Grey”? - crise que começou para Portugal faz décadas, mas que foi sempre iludida pela mirífica promessa de prosperidade eterna que a entrada na CEE nos garantiria; pela irresponsável distribuição de subsídios a esmo e, sobretudo, pela “doença infantil” da “Democracia” que toma o nome de Demagogia.
 
Tudo devidamente plasmado na Comunicação Social que temos.
 
Por outro lado, a classe política, que se foi, maioritariamente, desnacionalizando quase até ao tutano, vê-se na contingência de ter de mudar alguma coisa, já que a situação assim o obriga, quanto mais não seja porque o crédito fácil apesar de não ter secado, necessita ser negociado com prudência para impedir que a dívida – que nas circunstâncias actuais é impagável e não cessa de aumentar – faça implodir todo o sistema.
 
Finalmente o desenvolvimento dos conflitos a nível mundial e sobretudo aqueles que podem afectar directamente a Europa – como são a imigração descontrolada; o extremismo islâmico; o abastecimento de energia; a instabilidade dos Balcãs e do Norte de África, a “invasão” chinesa e a reemergência da Guerra Fria (ou quente) com a Rússia, que a guerra na Ucrânia é apenas o último episódio – fizeram os europeus, onde se incluem os portugueses, entender que a violência destruidora se pode abater sobre eles, novamente.
 
Tudo isto vai obrigar a mudar o “status quo”, o que é cíclico.
 
Nada, aliás, que seja novo debaixo do Sol!
 
Sem embargo, está tudo baralhado e confuso em Portugal – nos outros países europeus também, mas cada realidade é diferente – e ninguém (salvo os “iniciados”) sabe o que se há - de fazer.
 
Independentemente de seja o que for que venha a acontecer, é mister colocar-se e responder-se, em Portugal, a uma pergunta assaz pertinente e que é esta: pretendem, ou não, os portugueses manter-se como povo diferenciado, independente e soberano no concerto das Nações, Etnias, Estados e “agrupamentos” regionais, que existem no Mundo?
 
Ou se não se importam, ou até preferem, diluir-se paulatinamente, numa outra entidade política qualquer (a mais próxima chama-se UE), ou deixar-se amalgamar numa mole humanitária indiferenciada?

 
A esta questão, a classe política dirá, candidamente, que a sua necessidade não se coloca (eles adoram iludir a realidade!), por não haver nada que a justifique…
 
Ao mesmo tempo que afivelarão um ar de virgens ofendidas.
 
Ora responder a esta pergunta é fundamental – e a sua resposta tem que ser clara e inequívoca - não só porque ela representa o objectivo nacional permanente histórico mais importante desde Afonso Henriques, como a sua resposta condiciona totalmente a Política e a Estratégia que os nossos políticos deviam ser mandatados a fazer pelo Povo Português.
 
Ou seja, é uma questão teleológica…
 
E aqui começa o verdadeiro busílis de tudo isto: nós temos que conseguir colocar nos órgãos de soberania pessoas que, sendo portuguesas, pensem e ajam, como tal.
 
E, naturalmente, defendam os interesses da sua terra e das suas gentes.
 
Ora não tem sido isto que se tem passado.
 
Tal deriva de variadas razões: pela desnacionalização (e abandalhamento) do ensino e dos órgãos de comunicação social; pela corrupção materialista; pela agregação a ideologias políticas erradas e ou, criminosas; pelo relativismo moral, pela transformação da vida teocêntrica (centrada em Deus) pela androcêntrica (centrada no homem), até o reduzir a um simples indivíduo que supostamente pode ser Deus de si mesmo e criar a sua própria Moral.
 
Por último e cada vez mais acentuadamente, pela cooptação de indivíduos para organizações de Poder internacionalista, posteriormente inoculados nos órgãos de soberania nacionais.
 
Tudo acompanhado pela eliminação do Direito Natural nos últimos 200 anos, a favor do Racionalismo e Positivismo e acabando na eleição de “Mamon” como Deus de todos os homens.
 
Nós estamos a desaparecer aos poucos, como comunidade autónoma e individualizada, no concerto das Nações e dos Estados: não nascem crianças, e grande parte das que nascem portuguesas tem a ver com o “Jus Solis” e não com o “Jus sanguini”; emigramos e recebemos imigrantes em quantidades que passaram a afectar a nossa matriz idiossincrática; alienamos soberania insensatamente, sem pesar as consequências; destruímos as instituições nacionais, que são pilares da nossa existência, com a imprudência e contentamento, que só a ignorância atrevida explica, ou a ganância do dinheiro ou a traição ideológica, escoram; vendemos empresas, terrenos e património vário, pelas mesmas razões; deixámos de cunhar moeda; privatizámos bens essenciais, etc..
 
Prostituímo-nos, enfim, com a quimera dos vistos “Gold” e a oferta da nacionalidade a quem pague o óbolo…
 
Fora o que aí vem mais, que é muito e que é mau. Direi até, assustador.
 
Deixamos que nos façam tudo isto, comportando-nos como um rebanho manso e acéfalo de ovelhas tosquiadas.
 
De pés e mãos atadas pela dívida escravizante e leis alheias, em que governantes mal avisados nos enredaram e em que nos deixámos enredar, por via da falta de informação e das fraquezas da natureza humana.
 
Estamos como Nação (a mais antiga da Europa e direi que do mundo) – palavra que não aparece uma única vez no texto da Constituição da República – à beira do suicídio colectivo.
 
Uma opção, ela própria, não só teleológica mas quase escatológica.[2]
 


[1] Pequena povoação perdida nos confins de Trás-os-Montes, constituída maioritariamente por uma população envelhecida, de baixo nível cultural, subsídio e social dependente, usufruindo de uma economia de subsistência…
[2] Escatológica no sentido filosófico e religioso do termo, não no sentido de “Coprologia”.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

NASSER

O que se terá passado de então para cá?
 
Nasser le président rigole très franchement avec l’assemblée, d'une demande des Frères musulmans de rendre le port du voile obligatoire...
 
Nous sommes en Egypte et en 1953, plus de 60 ans plus tard ce discours semble tout simplement inimaginable, même dans un pays occidental...
 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

XXII ENCONTRO NACIONAL DE HOMENAGEM AOS COMBATENTES

Em marcha a organização do XXII Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes

A Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2015, presidida pelo Tenente General Leonel Silva Carvalho, reúne na terça-feira, dia 24 de Fevereiro, a partir das 11 horas, na Bataria da Laje, sede da delegação da Associação de Comandos de Oeiras.

Nesta reunião, onde estarão presentes quase todas as Associações de Combatentes e de Militares, prosseguirão os trabalhos de organização das cerimónias que terão lugar em Belém, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, no próximo dia 10 de Junho, Dia de Portugal.

Este ano, um dos motivos de interesse das cerimónias será a homenagem às Enfermeiras Pára-quedistas, cuja acção no apoio aos soldados do Ultramar Português ainda não foi devidamente reconhecida.

Tenente Coronel Morais Pequeno
Secretário da Comissão
 
 
 
Para mais informações contactar:
Secretário da Comissão Executiva
Tenente Coronel Morais Pequeno | Tlm. 937 026 693 |

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

CONFERÊNCIA NA SOCIEDADE DE GEOGRAFIA

O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa tem a honra de convidar V. Ex. a e sua Exa. Família a assistirem à Conferência promovida pela Secção de História e subordinada ao tema:

“Consideração sobre a participação de Portugal na I Guerra Mundial”
 
Será orador o Sr. TCor. João Brandão Ferreira.
 
A Sessão realiza-se no Auditório Adriano Moreira, no dia 23 de Fevereiro de 2015, pelas 17h30.

Sociedade de Geografia de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 100
1150-269 Lisboa - Portugal
213425401 - 213464552