Este blogue apresenta os pensamentos, opiniões e contributos de um homem livre que ama a sua Pátria.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
PARA VER E OUVIR
Entrevista com a Drª Maria do Carmo Vieira. Verdades como punhos que só o são
porque, simplesmente, o "Bom Senso" emigrou do nosso País há umas décadas atrás.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
CONSIDERAÇÕES EM VOLTA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (A PROPÓSITO DO HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS)

“A Inviabilidade do SNS num país inviável”.
José Manuel da Silva
A Associação de Oficiais das
Forças Armadas (AOFA) promoveu um colóquio, em 8 e 9 de Outubro, sobre os
Serviços de Saúde Militares (SSM) - cuja discussão pública se tem afunilado
apenas na questão do hospital das FA.
Este colóquio tinha por objecto
chamar a atenção para a necessidade de reversão de algumas decisões, em má hora
tomadas pelos sectores do Governo ligados à defesa.
Coube ao Bastonário da Ordem dos
Médicos, Dr. José Manuel Silva, proferir a conferência inaugural.
É sobre esta conferência que
vamos incidir o escrito de hoje, não porque o tema da meritória iniciativa não
me mereça relevância, mas porque já dei q.b. para esse peditório, e
parafraseando, “vozes do céu não chegam aos burros”…
Que disse então o Bastonário,
pessoa conhecida no país pelas inúmeras intervenções públicas, por norma
equilibradas e apreciadas, que me despertou o interesse de um comentário?
Ao contrário do que seria
espectável pouco se referiu aos SSM, certamente por estar pouco à vontade no
assunto, mas aproveitou o ensejo para fazer uma larga exposição sobre o Serviço
Nacional de Saúde (SNS), com cópia alargada de números que espelham muito da
realidade desde há 40 anos até à actualidade.
Fez ainda umas quantas e
judiciosas considerações sobre a exploração e gestão dos recursos naturais e a
sustentabilidade do planeta terra, face ao estilo de vida consumista que os
humanos desenvolveram.
O Bastonário dissertou sobre a
austeridade causada pela “crise” em que estamos mergulhados e como esta está a
destruir o SNS e a inviabilizar todo o apoio que desde a sua criação facultou à
população.
Insurgiu-se o senhor Bastonário
contra este estado de coisas.
Eu creio que tem razão, mas vou
vestir as roupas de “advogado do demo” e colocar umas quantas questões.
Penso, em primeiro lugar, que o
SNS foi a coisa mais bem conseguida que se realizou após o 25/4 – enfim, sem
contar com a qualidade do vinho, que sendo então já boa, melhorou bastante.
O problema que o SNS teve e que,
de resto, todos os sectores do Estado sofreram nestas malfadadas décadas, foi o
de uma grande má gestão das finanças, sem controlo adequado, sem responsabilização,
sem nada!
Tal ocasionou vastíssimo
desperdício e despesismo – e ficamos por aqui – que ia desde o desaparecimento
do papel higiénico e ligaduras, à compra de carros de alta cilindrada para os
gestores, passando pelo valor das horas extraordinárias que os diferentes
profissionais ganhavam e que chegavam, por vezes, a ultrapassar os do seu
vencimento.
E já não vamos falar do “farró”
das obras realizadas, do negócio dos medicamentos e de certa promiscuidade
entre o que se passava no SNS e os privados…
Por outro lado, não havia
aparentemente, tecto para as despesas, ou seja, quando faltava dinheiro,
pedia-se emprestado à banca.
E quanto ao Orçamento de Estado,
alguém se lembra durante quantos anos seguidos se chegava a Outubro e lá se
fazia um orçamento ractificativo para a saúde? Foram muitos…
Pois é, deu no que deu!
Numa palavra, construímos e
mantivemos um SNS desajustado das nossas possibilidades e realidades, que a
produção de riqueza não sustentava e a má gestão agravava.
Isto já para não falar nos
governos que há vários anos a esta parte, tudo têm feito para transformar a
saúde apenas em negócio e entrega-la aos “amigos” dos grupos privados!
Agora as perguntas aborrecidas.
Compreende-se que o senhor
Bastonário esteja preocupado com o desinvestimento e o aperto financeiro no
SNS, mas fará o favor de ponderar o que fez a Ordem dos Médicos quando se
gastava à tripa forra? Quando havia desperdício, que entrava pelos olhos
dentro? Quando se esbanjava recursos?[1]
Quando praticamente toda a gente
– desde a mulher-a-dias ao director de hospital – recebia o que devia e o que
passava das marcas?
Que denúncias fizeram os seus
antecessores? Numa altura em que seria corajoso fazê-lo, não agora, em que não
há cão nem gato que, quase em coro, por esse país inteiro não reclame e
proteste! (perdão, há uma excepção: às chefias militares não se ouve um pio,
estão “tranquilas”, obviamente por não faltar nada ao Exército, à Marinha e à
FA!).
O que o senhor Bastonário afirmou
acaba outrossim, por encerrar uma contradição insanável.
Ao protestar contra a austeridade
que é consequência da incontinência financeira anterior e desregramento dos
costumes, e ao não ter condenado os excessos apontados que levaram à actual
situação, quer isso dizer que deseja continuar na senda do endividamento?
Provocando desse modo mais
austeridade, mas só lá mais para a frente?
Por outro lado, o Senhor
Bastonário faz o que lhe compete: clama pela sua dama, embora o âmbito de
actuação da Ordem dos Médicos não se limite ao SNS.
Mas, e as outras áreas do País?
Qual é a sua preocupação com elas? Ou a saúde está acima de tudo e, ou, nada
mais existe? (Sim, eu sei que não é Primeiro-Ministro).
A pesca é desprezível? A
Investigação não interessa? Se o senhor não tiver couves, batatas e bife para
comer, consegue operar?
E se não houver Segurança, o País
pode funcionar? Penso que saberá que os navios estão, por norma, atracados, a
FA voa pouco mais do que um modesto aeroclube e o Exército é já praticamente
virtual.
Terá ideia de que as únicas
munições que Portugal produz, são as de caça e qualquer dia nem mesmo essas? (a
Caça acaba, não há mercado!)
Não sei se sabe mas no SNS só se
começou a fazer cortes há três anos e devagarinho; nas FA foi há mais de 20
anos e um bocado à bruta.
Deu nisto, passarmos a ter um
hospital militar, onde havia quatro, que já não chega para as encomendas não
cabendo aqui explicar-lhe porquê.
Esse era o tema do colóquio onde
o senhor foi convidado a falar.
O País, senhor Bastonário, está a
desaparecer – certamente já deu conta disso, como prova a citação em destaque.
O SNS apenas o acompanha.
Nota: As conclusões do colóquio
publicitadas pela AOFA parecem equilibradas e ajustadas. Falta apenas indicação
de acções concretas para as implementar.
Mas deve-se perguntar o seguinte:
O que andaram a fazer os variados grupos “ad-hoc” criados fora da estrutura
militar para estudar o assunto? Para que serviram e qual a intervenção dos
estados – maiores dos Ramos no meio desta “reforma”?
Finalmente, qual o papel dos
sucessivos Conselhos de Chefes Militares, em todo este âmbito?
[1] Sabe que uma vez em Cuba, há
poucos anos, precisei de fazer um curativo e a enfermeira cortou ao meio a fita
de adesivo que fixava o penso, para poupar? (Como, aliás, eu vi fazer em
Portugal, quando era miúdo); e saiba que estava num hotel daqueles para
turistas, onde se pagava em dólares…
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
GENERAL ESPÍRITO SANTO: UM CHEFE MILITAR VALOROSO
Ultimamente uma parte considerável da
minha vida é passada entre hospitais e cemitérios. É, indubitavelmente, um
ciclo da própria vida…
Porém, nada agradável.
Porém, nada agradável.
O meu distinto camarada e historiador militar Tenente Coronel Abílio Lousada, outro bragançano dos quatro costados escreveu um belo texto (que merecia publicação) sobre o General Espírito Santo, falecido no pretérito dia 16 de Outubro, aos 79 anos de idade.
Este texto diz quase tudo sobre este ilustre militar e académico, ficando muito difícil acrescentar algo mais.
Espírito Santo era um português telúrico que ganhou jus a ficar na História do Exército Português e na memória das várias instituições de que fazia parte.
Artilheiro de origem, era um profundo conhecedor da História Militar Portuguesa e o “ADN” do Exército Português estava-lhe entranhado em todas as fibras do seu ser.
O General Espírito Santo aprendeu muito na “Escola” de dois outros ilustres chefes militares, os Generais Bettencourt Rodrigues e Firmino Miguel. Embora estejamos em crer, que mais na do segundo do que na do primeiro.
Foi um militar completo, com experiência de tempo de paz, crise e guerra, passando pela difícil experiência do 25/4 e “PREC”, sem mácula que se conheça.
Foi vasta também, a sua experiência de organizações internacionais de defesa, nomeadamente a NATO.
E era conhecido e apreciado pela lhaneza de trato, boa disposição e intimismo que colocava nas relações pessoais.
Era outrossim um homem de família e o desvelo com que se empenhava no acompanhamento do crescimento dos netos, era notório.
A sua folha de serviços justifica por si só (independentemente de eventuais injustiças, ainda pendentes), a atribuição da alta condecoração – a Torre e Espada – sem necessitar de qualquer distinção honorífica por exercício de função (neste caso de CEMGFA).
Nunca afrontou também, publicamente, - na esfera institucional haverá, todavia, muita coisa para se conhecer – qualquer figura política, integrando-se naturalmente naquilo que se denominou de Estado de Direito Democrático.
Por tudo isto se percebe mal, porque os órgãos de soberania - Governo, Assembleia da República e Tribunais - não se fizeram representar no funeral de uma alta figura do Estado, que nunca deixou ficar mal a Nação, a República e as Forças Armadas.
O Presidente da República fez-se representar pelo chefe da Casa Militar e escreveu uma mensagem no sítio da Presidência (infelizmente o PR ainda não entendeu que uma mensagem destas só deve ser colocada no éter informático depois de ser assumida de viva voz…).
Cabe aqui perguntar, a talhe de foice, quais são os critérios que levam a que um cidadão português (sublinho o português, não vá um dia destes, colocarem lá um qualquer cidadão do mundo!) tenha direito a ser sepultado no Panteão Nacional. E se um militar também faz parte dos elegíveis.[1]
E devemos regozijar-nos já que não houve nenhum escriba (enfim, que tivesse topado), ou força política que se tenha atrevido a contestar as honras militares dispensadas, nomeadamente pelos custos das salvas de artilharia, ou pela “violência” que representa mobilizar cidadãos soldados, a um domingo, para irem fazer essa coisa paleontóloga que tem o nome de ordem unida, sem sequer lhes pagarem horas extraordinárias.
Deve referir-se que o Exército esteve à altura dos acontecimentos [2].
Meu General foi um privilégio tê-lo conhecido e o “João” lembrá-lo-á para sempre.
Laus Deo.
[1] Sim, eu sei que o General Humberto Delgado está lá mas, convenhamos que não foi por ser militar ou por feitos militares.
[2] Lembramos como
“curiosidade” que, nesta acção, o número de praças empenhado, representou cerca
de 2% da totalidade das existentes em todo o Exército…
sábado, 25 de outubro de 2014
PILOTOS E EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA RELAÇÃO ESQUECIDA OU NUNCA ENCARADA?
O 1º curso de pilotagem que foi
ministrado em Portugal remonta ao ano de 1916 e a Vila Nova da Rainha.
Foi
um curso de âmbito militar, conhecido por “curso histórico”, ministrado por
instrutores que tinham ganho as suas “asas” em França e Inglaterra. Estávamos
em plena I Guerra Mundial.
Daí
para cá a Aeronáutica Militar e a Aviação Naval reunidas, em 1952, na Força Aérea,
nunca mais deixaram de formar pilotos e todas as outras especialidades ligadas
ao pessoal navegante e àquelas que permitem que as aeronaves cumpram as suas
missões na 3ª dimensão do espaço.
Não
se sabe é até quando, pelo andar da carruagem da “austeridade”, se vai
conseguir manter esta capacidade de nos instruirmos a nós próprios…
A
primeira escola para pilotos civis recua a 5/6/1930, quando a mesma foi formada
no seio do Aeroclube de Portugal, fundado em 11/12/1909. A escola funcionou,
inicialmente, na Esquadrilha de Aviação República, na Amadora.[1]
Serve
isto para dizer que Portugal foi dos primeiros países no mundo a criar
capacidades e saber, para ministrar cursos de pilotagem (fiquemos por estes) e
que tem basta experiência no assunto. Ou seja, os cursos que se fazem hoje em
dia são resultado de vasta prática, actualizada com aquilo que melhor se fazia
no estrangeiro e suficientemente “mastigada” para que o produto final seja
fiável e de qualidade, sem embargo da pressão que passou a existir
relativamente ao encurtar de gastos/custos, que uma actividade destas comporta.
Na
área militar por causa da compressão dos orçamentos da Defesa e da cada vez
menor importância que as FA gozam perante a classe política; na área civil
porque tudo é “negócio”, apesar do impacto que determinadas decisões têm na
proficiência dos pilotos e na segurança de voo.
Contudo,
apesar da experiência consolidada em termos dos “curricula” e no modo de operar,
de como ensinar um cidadão a ser piloto, uma área existe que não tem merecido a
devida atenção: a educação física.
Não
vamos falar da parte militar onde esta situação está contemplada por
especificidades próprias (embora de alguns anos a esta parte já muito “apaisanadas”),
mas sobretudo no campo civil, âmbito a que nos vamos confinar.
Numa
palavra, a educação e preparação física nos cursos de pilotagem (já agora em
qualquer outro), é igual a zero pela simples razão que não existe.
Ora
isto é uma falha e uma omissão muito indesejável.
Apela-se
aqui e desde já, para o INAC, como autoridade aeronáutica nacional, a fim de
equacionar a questão.
Questão
que deve ser tida em duas vertentes: a preparação física propriamente dita e o
gosto e conhecimento para a prática de actividade de manutenção da condição
física que possa acompanhar o profissional do Ar para toda a sua vida útil.
Acreditem
ou não, mas durante a minha actividade de instrução (que já leva algum tempo)
não é o 1º, nem o 2º, nem o 3º, aluno(a) com que topo cujos bíceps não aguentam
o arredondar da aeronave antes de tocar novamente a crosta terrestre (leia-se pista)
…
A
necessidade de ter uma razoável preparação física para quem é pessoal navegante
(não se aplica só a pilotos) é uma verdade “lapalissiana” que encontra a sua
síntese justificativa na célebre frase latina “mente sã em corpo são”. Mas há
evidências que não entram pelos olhos dentro, sobretudo em que não as quer ver…
Daqui
se tira que a preparação física deve ser tida em conta no instante do
recrutamento e selecção dos candidatos (muito ténue no meio civil) e que esta
deve contemplar testes psicofísicos e psicométricos.
E
defender, como muitos fazem, de que a educação física deve ficar ao critério e
livre alvedrio dos jovens, não resiste à mais elementar observação, muito menos
quando não se impõem tabelas mínimas para o acesso a uma dada profissão.
*****
Como
se sabe o corpo humano é uma máquina, das mais perfeitas que se conhecem.
Máquina
que transforma energia química em energia mecânica e que possui 305 ossos e 434
músculos.
Através
do pensamento (cérebro) esta energia mecânica é transformada em movimentos, os
quais implicam uma grande coordenação de sinergias várias.
A
capacidade de desenvolver um “gesto automático”, gastando a mínima energia
possível - conhecido pelo “estereótipo motor-dinâmico” - é fruto da repetição
de um gesto voluntário que ao fim de um determinado número de repetições (cerca
de 1000) se torna automático.
Enquanto
o “gesto voluntário” depende do córtex, o “automático” depende do tálamo e o
comportamento reflexo está ligado ao “bolbo, ou medula alongada”. Todos, porém,
têm que estar em interacção.
Ora
tudo isto envolve o que é conhecido por “coordenação motriz”, que está na base
da coordenação óculo-manual e espácio-temporal.
Por
ser assim que as coisas se passam, é que é essencial que haja movimentação dos
segmentos ósseos (alavancas) que são acompanhados das forças que os movimentam (os
músculos).
Ora
só através daquilo que nós conhecemos por educação física – modernamente
chamada de “cinesiologia” – se consegue realizar todas estas funções com
sucesso.
Sendo
o treino físico imprescindível não só para o aperfeiçoamento de qualquer gesto
ou movimento, mas também para criar, logo obter, confiança e segurança no
exercício das actividades do dia – a - dia ou, sobretudo, aquelas que são mais
específicas de uma profissão, como o caso da pilotagem.
E já nem falo na importância que a
preparação física tem na resistência ao “stress”, à fadiga, no aumento da
capacidade cardiovascular e à sensação de bem-estar e autoconfiança que
provoca.
Tudo isto passa, obviamente, pela parte
psicológica que dá estabilidade necessária a todo o sistema (o tal estereotipo
motor-dinâmico) e que hoje se pode manter até aos 65 anos desde que não haja
historial de álcool e drogas.
Parece
evidente que o que atrás se disse é importante para todos os seres e
profissões, e não parece ser difícil de entender que, para quem anda aos
comandos de uma aeronave, tal seja essencial.
Formar
pilotos sem a componente “educação física” é estar à partida a limitar
drasticamente (estima-se que até 50%) as capacidades e potencialidades
existentes no ser humano, além de tornar mais morosa e difícil a aprendizagem.
E
representa ainda um perigo acrescido dado que os chamados “circuitos
recorrentes” que originam o “feedback” passam a ser em número muito menor o que
diminui o controlo da (nossa) máquina humana que, por sua vez, terá de
controlar a outra máquina (aeronave).
Face
ao exposto não parece difícil de concluir que deviam existir tabelas mínimas de
performance física para os candidatos a pilotos (o que já faria os candidatos
começarem a preparar-se desde mais novos) e fazer acompanhar os “curricula” dos
cursos com aulas obrigatórias de Educação Física (2 a 3 vezes por semana).
Isto
exige, como é bom de ver, meios que as escolas não têm mas que teriam que
passar a ser criados, por serem requisito: seria o mesmo que não ter legislação
aérea, na parte teórica ou um mecânico a apoiar a actividade aérea diária.
É
necessário, basicamente, professores/monitores e instalações desportivas. Tal
pode ser conseguido com o apoio dos aeródromos onde se ministram actividades
aéreas; conjugação de esforços entre escolas; aluguer de espaços (ginásios,
campos desportivos/piscinas), etc., ou até construção de raiz, onde e quando
tal se justifique.
Não
vou entrar no tipo de exercícios/desportos que interessem ou não fazer – deixarei
isso para os especialistas – mas não posso deixar de tocar um último ponto que
é o da necessidade de ensinar aos futuros profissionais o que eles podem e
devem fazer, como ginástica de manutenção durante a sua vida futura.
E
não resistimos a recordar como boas práticas para pessoal navegante: a esgrima,
o pingue - pongue, o ténis, o golfe, a natação, o voleibol, etc..
Além
de boas aterragens, desejo-vos uma boa transpiração.
[1] Os primeiros pilotos civis
foram, todavia, formados na Antiga Escola Militar, na Granja do Marquês; uns
anos antes. Foram eles: Carlos Bleck; Manuel Vasques; Sousa Santos e Maria de
Lurdes Sá Teixeira – a 1ª mulher piloto a ser formada em Portugal (6/12/1928).
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