terça-feira, 27 de maio de 2014

O PATRIARCA LATINO DE JERUSALÉM E O “MASSACRE” DOS CRISTÃOS

Já há algum tempo que pensava escrever sobre a tragédia por que passam inúmeras comunidades cristãs espalhadas pelo mundo, maioritariamente em países comunistas e islâmicos, nomeadamente no Médio Oriente.
 
Surgiu agora a oportunidade com a visita do Patriarca Latino de Jerusalém, D. Fouad Twal, que este ano presidiu às celebrações do “13 de Maio” em Fátima e foi razão para um pequeno colóquio, em que deveria ser a figura principal, realizado na Universidade Católica no dia seguinte.[1]
Esta organização foi da iniciativa do Instituto de Direito Canónico da citada Universidade, presidido pelo Cónego Doutor João Seabra, uma das vozes corajosas da Igreja Portuguesa e que, em simultâneo, diz coisas acertadas.
O Patriarca de Jerusalém que tem, ainda, a ciclópica tarefa de pastorear as comunidades cristãs, dos mais diferentes ritos, em 16 Estados da região, fez uma curta e sentida intervenção, onde acabou a fazer uma apelo aos portugueses, à sua Igreja e aos órgãos de soberania, para ajudarem e influenciarem os países da UE, na resolução dos conflitos no Médio Oriente e, sobretudo, na protecção e defesa dos cristãos daquelas paragens.
Os quais, como alguém disse durante a sessão, apenas têm contado com a Igreja e a Santíssima Trindade…
De facto a falta de interesse da “Comunidade Internacional” invocada pelo Patriarca – mas Senhor Patriarca o que será isso da Comunidade Internacional? – sobretudo, pelos países de maioria cristã (digo eu), pelas atrocidades que um pouco por todo o lado, têm sido cometidas contra comunidades cristãs, tem sido pasmosa.
No Médio Oriente, por ex., estão todas a desaparecer em virtude das guerras e perseguições que se sucedem sem cessar, que levam a morte e o sofrimento, fazendo com que muitos optem pelo estatuto de emigrante ou refugiado. E nada disto encoraja a procriação…
A falta de protecção política, económica e, até, militar é dramática – para não dizer pouco cristã – já para não falar na falta de interesse, quiçá desprezo, com que a maioria dos OCS do mundo chamado “ocidental” lida com este fenómeno.
Os cristãos, de facto, viraram seres descartáveis que, aparentemente, só terão direito a sobreviver em catacumbas…
Menos se compreende tudo isto, quanto a Cristandade tem dado, desde há muito, a maior abertura e tolerância no âmbito religioso; a Igreja Católica tem sido a única a pedir desculpas por excessos do passado – onde ninguém tem as mãos limpas – e exemplo na aproximação ecuménica e entre religiões; os governos ocidentais, nomeadamente europeus, têm facilitado, até para além do razoável, o estabelecimento e desenvolvimento de comunidades de outras religiões, sem qualquer contrapartida, noutras partes do mundo, nomeadamente muçulmano.
Ainda, quando se constata uma lamentável dualidade de critérios na análise e reacção a eventos que vão acontecendo, como os recentes e graves incidentes ocorridos na Nigéria, com o rapto de duas centenas de moças, por parte de uma organização terrorista islâmica, ilustram à saciedade.
Não existe réstia de comparação quando se queimam cristãos dentro de igrejas, por exemplo…
Note-se que neste caso, das moças raptadas e sob a ameaça de serem vendidas como escravas – um cenário burlesco se não fosse trágico – as primeiras figuras das principais potências ocidentais vieram a público mostrar a sua indignação e prometer ajuda dando, por outro lado, a sensação que estão desejosos de utilizar o pretexto para intervirem na região por outros motivos menos filantrópicos…
Lamentamos ter de desiludir o Senhor Patriarca, mas não antevemos que nenhum país europeu vá em auxílio dos seus irmãos em Cristo, pela simples razão de que a “União Europeia” está moral e espiritualmente destroçada. A UE precisa sim, é que a ajudem a arrumar as diferentes casas europeias, pois não existe casa comum alguma a não ser os "corredores" pouco recomendáveis de Bruxelas e Estrasburgo. Até a sua matriz cristã renegou…
Sabe Senhor Patriarca, a Ordem do Templo foi extinta, sem piedade, há muito, e não se vislumbra em toda a Europa nenhum Bernardo de Claraval para definir uma estratégia comum e concertada.[2]
Permita que o aconselhe a escrever a um tal de Putin, lá para as bandas do antigo Ducado da Moscóvia, pelo menos para a defesa dos cristãos ortodoxos, tem grandes hipóteses de obter sucesso.
Em Portugal, caríssimo Patriarca, as coisas ainda estão piores, sabe!?
Em 40 anos sofremos uma tal e tão catastrófica diminuição de capacidades, a todos os níveis; sofremos uma regressão e perversão tão grande no campo dos Princípios, que mantêm uma comunidade nacional coesa e sã; e estamos tão falhos de liderança política, que o Moral anda pelas ruas da amargura de tal modo que o máximo divisor comum passou a ser o “isto não tem concerto”…
“Isto” costumava ter o nome de Portugal.
Para atendermos ao seu pedido, tínhamos que restaurar, na sua plenitude, as Ordens de Cristo, Santiago e Avis e substituir todos os partidos políticos por elas…[3]
A tarefa como pode imaginar – apesar de compreender que possa conhecer mal o percurso dos nossos nove séculos – não é nada fácil.
É que este estranho povo, a meio da sua História, perdeu-se, isto é, passou a escolher mal alguns caminhos.
Como penso que saberá as Ordens Militares/Religiosas citadas, foram fundamentais para a independência, consolidação e alargamento deste antigo reino; formaram grande parte das suas elites e moldaram muito do seu carácter e da sua religiosidade, ou seja, da sua idiossincrasia.[4]
Por isso sempre foram respeitadas pelos Reis e acarinhadas pelos restantes “braços” do Reino.
Até que um rei, certamente mal avisado, encarregou um frade de reformar as ditas ordens, em 1529, tornando-as orantes, enclausurando-as e retirando-lhes todo o poder que detinham.
Uma outra Rainha, apesar de lhes querer restaurar o prestígio, secularizou-as, em 1789, tentando ainda harmonizá-las e fixar-lhes objectivos específicos; os monarcas portugueses passaram a ostentar a banda das três ordens.
Depois a desgraça consumou-se na sua plenitude, quando no fim da pior guerra civil que o país dos portugueses sofreu, um governo eivado do mais fino jacobinismo, pura e simplesmente extinguiu todas as Ordens Religiosas. Corria o ano de 1834.
Restou o seu carácter honorífico.
Finalmente, a República começou por as extinguir como tal, em 1910, mas reverteu a situação durante a I Grande Guerra, fixando na pessoa do PR, o título de Grão - Mestre das mesmas e a autoridade para as atribuir.
E o pior de tudo, Sereníssimo Patriarca, é que cerca de 95% da população já nem faz a menor ideia daquilo que está para trás. E devo estar a ser optimista.
Deus o abençoe na sua prestimosa tarefa - que se afigura um verdadeiro Calvário - e pode acreditar que o ajudarei de boa mente, naquilo que puder.
Peço-lhe apenas que também deixe cair uma oração por este canto mais ocidental (e não do Sul) da Europa.
Acredite que precisamos.


[1] D. Fouad Twal, de nacionalidade Jordana, ocupa o cargo desde 2008 e é, também Grão - Prior da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. O Patriarcado de Jerusalém foi criado, nos tempos modernos, pelo Papa Pio IX, em 23/7/1847. A Arquidiocese tem sede na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém e jurisdição eclesiástica sobre Israel, Palestina, Chipre e Jordânia. Deve acrescentar-se que apenas existem mais três patriarcas em todo o mundo: Veneza, Lisboa e o Patriarca das Índias Orientais.
[2] Extintos no Congresso de Vienne, em 1311, note-se, por um Papa, Clemente V, que devido às suas fraquezas permitiu que o muito pouco cristão e endividado Rei de França, Filipe IV, o Belo, exorbitasse e concorresse em tal vilania. Felizmente o Rei D. Dinis iludiu esta directiva, transformando o Templo em Ordem de Cristo, em 1319.
[3] A Ordem dos Hospitalários teve origem em Jerusalém, em 1099, e a sua primeira casa em Portugal, em Leça do Balio, estabelecida entre 1122 e 1128. O seu Superior no nosso País era conhecido pelo Prior do Hospital e desde o reinado de D. Afonso IV, por Prior do Crato. É conhecida hoje em dia, por Ordem Soberana e Militar de Malta, tendo a sua sede em Roma.
[4] As Ordens Militares conheceram o seu maior desenvolvimento na Idade Média tendo obtido grandes mercês dos nossos primeiros reis, e ainda no século XV. O preclaro Rei D. Dinis “nacionalizou-as”, de modo a garantir que todos os Grão-Mestres fossem portugueses; D. João I começou a torna-las reais, processo que ficou concluído com D. Afonso V.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Novas sobre o julgamento que me opõe ao Conselheiro de Estado Sr. Manuel Alegre

Na última sessão foi "apreciado" o pedido do assistente em arrolar quatro novas testemunhas (uma delas faleceu entretanto). Este pedido, apesar de ter sido interposto intempestivamente e de ir ferir a norma de que as testemunhas de acusação devem ser ouvidas em primeiro lugar, do que as de defesa, foi aceite pelo Tribunal.
 
Deste modo, no próximo dia 28 de Maio, pelas 10:30, estão previstos testemunhar os Dr. Fernando Rosas, conhecido político do BE;  o Dr. António Reis, antigo Grão-Mestre da Maçonaria do GOL e o C.M.G. José J. Abrantes Serra.

ABENÇOADO

O FIM DA TROIKA

Tentemos juntar o que poucos disseram, se é que alguns (enfim, não posso garantir a 100%).
Singela e resumidamente:
Há mais de três anos, um governo do PS em estado de negação e mentiroso compulsivo, entrou em perda e, finalmente – com um empurrão da banca e um rebate de consciência do então Ministro das Finanças [1] - pediu um resgate financeiro.
“Resgate” é apenas um eufemismo dos tempos, que significa pedir ajuda financeira para evitar uma bancarrota em toda a sua crua dimensão.
Dos desatinos que levaram a isto não vamos hoje falar, pois são demasiado conhecidos embora, sobre eles, ninguém até hoje tenha assumido responsabilidades, tão pouco pedido desculpa, sequer ter afivelado um ar compungido.
Forçado pelas conjunturas escolhidas do anterior – diz-me com quem andas dir-te-ei quem és – em vez de irmos pedir dinheiro ao Japão, ao Irão, à China ou ao Sultão do Brunei, ficámos pelos vizinhos europeus consubstanciados no BCE (euro “oblige”); a Comissão Europeia (que não é a mesma coisa, mas quase), e o FMI onde manda o dólar, isto é, quem controla os EUA – o que pouco tem a ver com o Governo americano…
Acordou-se, isto é, aceitou-se, um empréstimo de 78 mil milhões, com juros algo leoninos, e respectivas condições: ou seja, uma dose brutal e experimental de austeridade (experimental por não ter ainda sido testada num país do 1º mundo – nós fomos as cobaias juntamente com a Grécia e a Irlanda).[2]
O actual executivo que foi implementando a coisa (o anterior foi entretanto corrido, por indecente e má figura) tem mostrado estar absolutamente impreparado para o governo da cidade.[3]
A impreparação junto com as necessidades prementes de tesouraria fez com que o Governo passasse a aplicar cortes cegos em tudo o que mexia e não trazia complicações de maior, provocando uma contracção abrupta do consumo, falências e despedimentos em série e incapacidade para cumprimento de encargos financeiros das famílias e empresas, em catadupa.
O desemprego tornou-se dramático e dramáticas são as suas consequências.
Ocorreram ainda dolorosos cortes no chamado estado social consubstanciado na Saúde, Ensino, prestações sociais e reformas, estado social, aliás, que vivia há longos anos muito acima da capacidade da economia em o sustentar, estando afundado em dívidas e muito má gestão. Para ficarmos por aqui.
Tudo foi sendo acompanhado de muita agitação política e social, ruído mediático, avalanche de notícias e desencontro constante entre números, promessas, diagnósticos, atoardas, demagogia barata, etc.
Se entendem que isto é o que deve passar numa “democracia”, pois quem sou eu para contestar…
De avaliação em avaliação, lá se chegou à última em que a “Troika” decidiu abandonar o país com uma saída “limpa”, isto é sem necessidade de um segundo resgate e sem medidas “cautelares”. Mas, abandonará mesmo?
Pelo que se ouve dizer, a saída é limpa mas continuarão a existir “mecanismos” de controlo durante muitos anos…
Quem apoia o governo engalanou em arco; o PS dá uma no cravo e outra na ferradura (tem-se portado como uma “barata tonta” em todo este interlúdio) e a extrema-esquerda vai mantendo o discurso do bota abaixo, usual.
Nada disto é sério.
Vejamos para que serviram os 78 mil milhões, alguém sabe?
Vão apresentar contas de como o dinheiro foi gasto?
Aparentemente os euros (os milhões relativos aos juros, ficaram logo retidos na fonte, à cabeça) foram gastos para pagar salários; dívida e juros de dívida; 12 mil milhões foram destinados para ajudar a banca, mas parece que a verba não foi toda gasta, já que houve grande relutância nalguns bancos, em quererem aceitar as condições do governo.
Não se tem conhecimento, todavia, de que um único euro tenha sido empregue em investimento ou em qualquer coisa que garantisse uma mais-valia futura.
Ou seja, a austeridade apenas serviu para diminuir o “deficit” orçamental – o que não é de somenos – e os 78 milhões, serviram de almofada para empurrar a crise com a barriga para a frente de modo a garantir (esperançosamente) que os juros de quem nos emprestava dinheiro baixassem para valores aceitáveis e não fossem considerados usura.
Lembra-se ainda que, durante todo este processo não se deixou de pedir dinheiro emprestado e o serviço da dívida não parou de aumentar…
Em súmula os 78 milhões apenas compraram tempo à custa de nos terem feito aumentar o peso da dívida.
Continua a ser um excelente negócio para os credores e nós ficámos agarrados como “escravos” para tempo indeterminado.
Desde o início, porém, que o Governo:
  • E as forças políticas que o apoiam, não estruturaram e apresentaram objectivos políticos faseados no tempo, nem qualquer estratégia para os alcançar;
  • Legislou amiúde contra a lei fundamental do país (a Constituição) o que resultou em frequentes choques com o Tribunal Constitucional;[4]
  • Nunca deu o exemplo (aquilo de viajar em turística foi um flop sem importância e sem continuidade), o que seria fundamental para a sua credibilidade e para conseguir levar “alguém” atrás de si;
  • Apenas conseguiu fazer acordos pontuais com os parceiros sociais e algumas vezes nem os cumpriu;
  • Não se atreveu a cortar na PR, AR, Gabinetes de Ministros, Autarquias nem em nada que pudesse “lesar” os serventuários dos partidos;
  • Manteve no essencial, a pouca vergonha da miríade de conezias ligadas às Swaps, PPPs, institutos, fundações, etc., etc., o que apesar de se falar e falar sem fim, nada de relevante acontece (afinal para que serve a tão apregoada liberdade de expressão?).
Deve ter-se ainda em conta que:
  • O Ministério Público não consegue fazer condenar quase ninguém, face à onda de corrupção e destrambelhamento que alastrou pelo país, faz décadas (todo o sistema de justiça está montado para não funcionar e ninguém quer ver isto!);
  • As verdadeiras gorduras do Estado que têm dado origem a copiosos escândalos, nunca foram atacadas de frente (nem de cernelha…);
  • O Governo mostrou-se incapaz de reformar o Estado limitando-se a cortar nos reformados, despedir funcionários públicos e a destruir as Forças Armadas (também quiseram dar um nó nas Forças de Segurança, mas não se estão a sair bem da tarefa);
  • Os órgãos de soberania deixaram-se “infiltrar” por elementos que estão ao serviço de interesses, que de portugueses não têm nada;
  • O Governo e o Parlamento tomaram atitudes de confisco, que os comparam a autênticos salteadores de estrada, que fazem o Zé do Telhado parecer um menino de coro;
  • Permite-se e alimenta-se uma Comunicação Social onde, na prática, quase tudo é permitido;
  • Induziu-se na opinião pública que em Política é “normal” e faz parte do “sistema” mentir; ser troca-tintas; vira casacas; dizer uma coisa e fazer outra; misturar favores, apoios e negócios; ter falta de vergonha e todo um conjunto de comportamentos aberrantes, enfim tudo aquilo que o cidadão minimamente honesto repudia e não aceita, nas relações sociais!
No fundo os políticos vivem na porcaria e na chicana e os cidadãos passaram a achar que isso é “natural” – para políticos… Mas a percentagem de quem vota no âmbito do actual sistema, ainda é elevada.
Ganhámos em tudo isto, uma espécie de “saco azul” financeiro que o Governo veio prestes dizer, que se trata de uma reserva para algo que possa correr mal, mas que nós só iremos acreditar se não virmos esbanjar a dita, na caça aos votos para as próximas legislativas.
Finalmente os incansáveis homens e mulheres que se embrenham no que entenderam ser fazer Política, não se contêm e exalam verborreia por todos os poros. Não perceberam ainda – o que revela já uma profunda falta de inteligência e senso – de que se falassem menos, acertavam mais, e retiravam à oposição o comburente por onde se alimentam evitando, em simultâneo, o ruído mediático cacofónico o que seria um descanso para o espirito de todos nós e um regalo para a alma.
Irra que já não se suporta!
No fim desta etapa o País está mais pobre e os “mercados” satisfeitos; quem se portou mal, recompensado; a população de gatas; a Soberania esvaída; a Nação portuguesa em suicídio militante.[5]
Investimento para o futuro não se vislumbra ao passo que um conjunto de empresas essenciais para o país, mudaram para mãos estrangeiras; a finança apropriou-se de uma quantidade enorme de bens, cujos proprietários endividados deixaram de poder pagar, e uma parte não contabilizada de ouro e joias das famílias portuguesas, foram derretidas e exportadas.
A partir de agora quem controla o capital já pode abrir a torneira do crédito e dar-se início a um novo ciclo de “expansão, contracção, recessão”.
E não parece ter-se aprendido nada.

[1] Aparentemente um homem sério que se deixou arrastar por maus caminhos e companhias, até descarrilar. E não parece que o então PM lhe tenha, até hoje, perdoado o seu rebate de consciência…
[2] Na Islândia a manobra aparentemente, correu-lhes mal, por isso nada se fala…
[3] Os Partidos Políticos Portugueses – com excepção do PCP, insiste-se – têm-se revelado as entidades mais incapazes para lidarem seja com o que for e ainda ninguém conseguiu ou quis explicar isto na televisão. Para nossa infelicidade o PCP, sendo o único capaz, defende uma doutrina incompetente, anti - natural e com implementação sanguinária sempre que foi tentada.
[4] A vinda da “Troika” foi, aliás, a primeira medida anti constitucional…
[5] Por via da demografia negativa, emigração e imigração…