Este blogue apresenta os pensamentos, opiniões e contributos de um homem livre que ama a sua Pátria.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
MANUEL ALEGRE - A MINHA DEFESA
CLICAR AQUI PARA LER A MINHA DEFESA CONTRA A ACUSAÇÃO DE MANUEL ALEGRE
Abaixo seguem as datas das próximas audiências do julgamento:
Dia 22/1 - cancelada
27/1 - 14.30h
28/1 - 14.30h
29/1 - 09.30h
3/2 - 14.30h
4/2 - 14.30h
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
PROCESSO MANUEL ALEGRE CONTRA MIM
Amigos, Camaradas, Confrades, Colegas, Irmãos em Cristo, ou
simples conhecidos.
Serve a presente para vos informar que no dia 15 de Janeiro
de 2014, pelas 09:50, vai ter início o julgamento originado na queixa que o
cidadão, ex-locutor da Rádio Voz da Liberdade (Argel), ex-deputado,
ex-candidato a PR, poeta e, ainda, Conselheiro de Estado, Manuel Alegre de Melo
Duarte, me moveu e no qual sou arguido pelo “crime de difamação”.
As sessões decorrem no “Campus da Justiça”, em Lisboa, no 1º
Juízo, 3ª secção (edifício B), e são públicas. Estão já marcadas mais duas
sessões para dia 22 e 27 do mesmo mês. Outras se seguirão.
Desde já agradeço o apoio e críticas já recebidas e,
eventualmente a receber.
Os agentes da Justiça Portuguesa, já deram provas, ao longo
dos tempos, de que muitos prezam a verdade e a independência dos tribunais e
não estão diminuídos pelo “politicamente correcto” de cada época.
E, também, que prezam mais a Justiça do que o simples
exercício deletério do Direito.
Por isso estou sereno e confiante de que a Verdade virá ao
de cima e a Justiça prevalecerá.
Com os
melhores cumprimentos
João José Brandão Ferreira
NO CENTENÁRIO DA AVIAÇÃO MILITAR
“Neste templo de São Romão mártir
repousam os restos de Dom Bartolomeu Lourenço de Gusmão, presbítero português
nascido na cidade de Santos – Brasil – no ano de 1685, primeiro inventor do Aeróstato.
Faleceu nesta capital a 19 de Novembro de 1724. A cidade de Toledo dedica-lhe
esta lembrança.
Epitáfio
No ano que agora começa
comemora-se (?) um século da existência da Aviação Militar em Portugal.
Colocámos uma interrogação frente
ao termo “comemorar”, já que ignoramos a existência de quaisquer planos para
que tal realidade (não é uma simples efeméride) seja devidamente evocada e
registada.
A única coisa que se sabe –
apesar de ainda nada ter vindo a público – é que a Força Aérea (FA) está a
preparar algumas iniciativas e que se associará à Comissão que está a preparar
a evocação do centenário da Primeira Guerra Mundial, naquilo que a este
conflito diga respeito.
Desejamos os maiores sucessos ao
empreendimento, lembrando apenas que a Instituição FA, que resultou da fusão, em
1 de Julho de 1952, da Aeronáutica Militar, criada em 1914 e do Serviço da
Aviação Naval, fundada em 1917, tem uma dimensão nacional, cuja importância
acompanha a par e passo a História do último século português.[1]
E, como tal, as comemorações não
devem ficar confinadas ao âmbito militar (ou do Ramo), mas ter uma dimensão
nacional que o caso merece e justifica.
E que a extração pindérica e anti
- patriótica da actual crise, não deve servir de desculpa para pouco ou nada se
fazer de modo a que não continuemos na senda de nos depreciarmos a nós próprios
(quanto não a mentir historicamente!), o que faz, por exemplo que ainda hoje o
feito de Gago Coutinho e Sacadura Cabral ao cruzarem pela primeira vez o
Atlântico Sul, seja ignorado da maioria das gentes e colocado à esquerda de
outros muito menos importantes.
Permitimo-nos fazer algumas
reflexões e avançar uma ideia.
João Torto, o barbeiro/sangrador,
de Viseu é, tanto quanto se sabe, a primeira vítima da “conquista do ar”, na
Nação dos Portugueses.
De facto, aquele nosso
antepassado fabricou umas “asas” e lançou-se da torre da Sé de Viseu, no dia 20
de Junho de 1540, vindo a falecer dos ferimentos sofridos.
Sacrificou-se pelo sonho antigo
de imitar as aves e pagou com a vida a sua intrepidez, que a eventual inconsciência
não deslustra.
Mas o título de percursor ou
“pai” da aviação nacional deve ser atribuído ao Padre Bartolomeu Lourenço de
Gusmão (1685-1724) – mais uma personagem esquecida – que “inventou a
“Passarola” e a apresentou à Corte Portuguesa no recuado ano de 1709.
O Padre Bartolomeu de Gusmão (BG)
nasceu em Santos, Brasil – na altura território português – e estudou com seu
irmão Alexandre no seminário jesuíta da Baía.
Nele, foram discípulos do seu
reitor o Padre Alexandre de Gusmão (que lhes concedeu o apelido), notável
político, diplomata e escritor (1695-1752), que foi o artífice do importante
Tratado de Madrid, de 1750, ao qual se deve a actual unidade geopolítica
brasileira.
BG desenvolveu as suas aptidões
para a Física e para a Matemática tendo sido autor de diversos inventos.
Pela segunda vez em Lisboa, em
1708, tinha na sua ideia um projecto de largo alcance, inspirado no Princípio
de Arquimedes, celebre sábio de Siracusa (287-212 a. C.).
Por petição sua, de 19 de Abril
de 1709, BG pediu privilégio para um “instrumento para se poder andar no ar”.
Nasceu assim a “Passarola”, nome
crismado de um desenho de sua autoria e que rapidamente se propagou, galgando
fronteiras.[2]
O projecto é apoiado pelo jovem
Rei D. João V, que recebe o nosso padre em audiência, nesse mesmo ano.
Seguiram-se seis experiências com
vários protótipos, no segundo semestre de 1709, dentro e fora do palácio real,
perante toda a Corte e membros da comunidade científica e académica.
Deste modo elevaram-se no ar
vários tipos de balão esférico cheios de ar quente aquecido na base por
diversos processos.
Alguns incendiaram-se.
A “célebre” inveja, sem dúvida o
pior defeito social português, que medra sobretudo nos medíocres, que levaram à
chacota, acompanhadas de suspeitas de heresia lançadas pela Inquisição e de BG
ter “pacto com o diabo”, impediram que o projecto se desenvolvesse e ainda
trouxeram dissabores ao inventor, que aproveitou para ir viajar pela Holanda,
França e Inglaterra.
Doutorou-se, em 1720, em Cânones,
na Universidade de Coimbra.
Sempre com o favor do Rei é
elevado a Capelão - Mor da Capela Real; é enviado extraordinário à Cúria Romana
e nomeado sócio efectivo da Academia da História, em 1723.
Novas intrigas na Corte levam a
que se auto exile em Espanha onde morre aos 38 anos.
Jaz em Toledo, em campa rasa.
Esta é uma breve história de tão
notável personagem.
Não é só o seu invento, que
precedeu aquele dos irmãos Montgolfier, em 74 anos, que justifica ser
considerado o “pai” da aviação portuguesa, é também o seu fundamento científico
e o seu pensamento estratégico, talvez a primeira vez que, no mundo, alguém
teorizou naqueles termos, sobre a utilização do “mais pesado do que o ar”.[3]
Por tudo isto bem parece que a
figura deste “nosso maior” – que hoje pode ser considerado luso-brasileiro –
deve ter um lugar de destaque em tudo o que se venha a fazer no âmbito dos 100
anos da Aviação Militar, em Portugal.
Finalmente a ideia:
O de obter da eventual família e
das autoridades espanholas, a autorização para a transladação dos restos
mortais de BG de Toledo para solo Pátrio – a FA disso se encarregaria (em
desejável comunhão de esforços e sentir, por parte da Aviação Civil).[4]
Três locais afluem à ideia como
desejáveis para a sua morada final:
O Panteão Nacional; a Igreja de
Nossa Senhora do Rosário, em Benfica, que é a Igreja da FA; e a nossa
preferida: a capela da Nossa Senhora do Ar, na Granja do Marquês, em Sintra,
onde está a respectiva imagem, entronizada em cerimónia realizada a 20 de
Outubro de 1995.[5]
Para além disso situa-se na Base
Aérea 1, a mais antiga base aérea do País, sendo vizinha do Museu do Ar e da
Academia da FA, hoje casa mãe de todos os oficiais deste Ramo.[6]
Tudo isto podia ser tratado, ou
ajudado a tratar por uma “Academia Aeroespacial”, justamente com o nome de BG, caso
existisse, e as invejas e a “inquisição” contemporâneas, não tivessem achado a
ideia ruim, apesar de não terem chamado o diabo em seu auxílio.
Bartolomeu de Gusmão merece, a
Força Aérea merece e todos nós também deveríamos merecer.
[1]
A Aeronáutica Militar foi criada pela Lei nº 162 de 14 de Maio; a Aviação Naval
nasceu em 28 de Setembro de 1917.[2]
Foi publicado, por ex., no periódico alemão “Wilnerische Diàrium”.
[3] Os irmãos Montgolfier, usando a mesma tecnologia que BG, passaram a ser considerados internacionalmente, os percursores da aerostação, ao elevarem um balão com dois ocupantes, em Paris, no ano de 1783.
[4] Também se torna necessário solicitar ao Governo Brasileiro a transladação de parte dos restos mortais de BG, transladados, em 2004, para o Brasil onde jazem na Catedral Metropolitana de S. Paulo…
[5] A imagem de Nossa Senhora do Loreto foi considerada padroeira de todos os aviadores (no mundo) e venerada como “Nossa Senhora do Ar”.
[6] Aproveitamos para salientar que o Museu do Ar foi distinguido em 2013, “ex-áqueo” com o Museu Machado de Castro, com o prémio da APOM – Associação Portuguesa de Museologia. O que também não mereceu o relevo devido.
[3] Os irmãos Montgolfier, usando a mesma tecnologia que BG, passaram a ser considerados internacionalmente, os percursores da aerostação, ao elevarem um balão com dois ocupantes, em Paris, no ano de 1783.
[4] Também se torna necessário solicitar ao Governo Brasileiro a transladação de parte dos restos mortais de BG, transladados, em 2004, para o Brasil onde jazem na Catedral Metropolitana de S. Paulo…
[5] A imagem de Nossa Senhora do Loreto foi considerada padroeira de todos os aviadores (no mundo) e venerada como “Nossa Senhora do Ar”.
[6] Aproveitamos para salientar que o Museu do Ar foi distinguido em 2013, “ex-áqueo” com o Museu Machado de Castro, com o prémio da APOM – Associação Portuguesa de Museologia. O que também não mereceu o relevo devido.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
OS CHEFES MILITARES E A MATEMÁTICA
“Não se deve
pedir a inteligências jovens o que a história do pensamento humano demonstra
requerer tempo, exercício e adequada adaptação mental”.
Ruy Pastor,
Pi Calleja e A. Trejo In, “Analisis Matemático”.
Eis um bom
tema para final de ano…
Num curto
espaço de tempo vai assistir-se a uma mudança múltipla no topo da hierarquia
militar.
Deixando de
fora o “pormenor” de nenhum general dever ter aceitado ser promovido sem que o
normal sistema de promoções nas FA fosse reposto em vigor – uma das mais graves
indignidades a que os militares estão a ser sujeitos – eis, sucintamente, o
ponto de situação actual.
O Almirante
CEMA terminou o seu mandato e foi para casa. Não o quiseram reconduzir e,
aparentemente, ele também não o queria. Fartou-se.
Para o seu
lugar, os da área do Governo, alinharam um candidato e das bandas do EMGFA, terá
surgido outro.
Não havendo
entendimento o “juiz de Belém” aparentemente optou por um terceiro, o Almirante
Macieira Fragoso, a quem desejamos as maiores venturas.
Andam para
aí uns quantos agoniados, ruminando que é católico, coisa que o Estado laico
(ou maçónico?) obviamente condena.
Toda a
gente, aliás, sabe que não há qualquer tipo de discriminação racial, religiosa,
ideológica, partidária ou de sexo, na nossa democratíssima sociedade!
Quanto muito
pode haver é preferências…
Bom, algures
por Fevereiro terminam os seus mandatos os Generais CEMGFA e CEMFA. Este último
deve estar condenado a ir para casa, dado que o CEMGFA já não deve tercer armas
por ele e, sobretudo, por causa do desaguisado ocorrido aquando do seu discurso
no pretérito dia da FA, em Leiria, que resultou numa má-criação ministerial.
Acto que
devia ter correspondência em assertiva e adequada resposta, o que constituiu
mais um acto falhado em que as chefias militares têm sido férteis e que tem
levado ao abuso por parte de ignaros e petulantes políticos.
Para além
disso, da sua substituição tem dado conta – até já com um nome do putativo
substituto – uma das eminências pardas da área governamental, nas suas arengas
a quem o quer ouvir.
A questão
mais complicada, porém, vai ser a substituição do CEMGFA.
Por rotação
tradicional – mas não obrigatória – cabe a vez a um oficial da Armada, ocupar o
lugar.
Acontece que
tal obriga a promover outro Vice - Almirante a quatro estrelas e a passar o
recém - empossado (ou não – tudo é possível…) para o 6º piso do edifício onde,
em tempos, se controlava um “império”.
Mas,
sobretudo, porque parece haver interessados em colocarem o actual CEME em tal
lugar, onde já esteve como chefe de gabinete de um outro CEMGFA (aliás, anos em
gabinetes é coisa que não falta no seu currículo). Amor com amor se paga.
Nessa
hipótese, o leque de escolhas para um novo comandante do Exército, é estreito,
havendo uma opção óbvia (que não vamos revelar) caso os poderes instituídos
quiserem uma pessoa séria e capaz para o lugar.
A não ser
que esperem pela aprovação do novo EMFAR – vislumbro um desastre em que
qualquer ficção será ultrapassada pela realidade – em que só as praças devem
ficar de fora dos passiveis de serem escolhidos…[1]
Mudar o
Comandante da GNR para CEME, também é opção, embora tal hipótese deva ser
descartada pela necessidade em dar alguma estabilidade no agitado, e cada vez
mais indisciplinado, mundo das Forças de Segurança.
Sem embargo,
no meio disto tudo soube-se que um diligente oficial, com larga experiência em
números, teria feito as contas referentes à passagem à reforma do General
CEMGFA – face à imprevisibilidade extrema do futuro das pensões de reforma e
reserva, que o granel estabelecido nos últimos anos exponencia – e que este
estaria na disposição de sair já no fim do ano, de modo a não perder cerca de
700 euros.
Sossegados
os espíritos pela sua, aparente, não saída, faltando apenas saber se lhe prometeram
alguma coisa, face à sua decantada “tranquilidade” relativamente a todos os
atropelos que se vão cometendo para com a Instituição Militar (IM), resta
elaborar umas quantas reflexões.
O facto de
um chefe militar ponderar abandonar ou não, o serviço activo, por razões
financeiras, não parece dever admirar ou chocar ninguém.
São os
sinais dos tempos e a espuma da época.
Tal
representa o estado a que nos têm tentado reduzir como seres humanos e como
sociedade. O “Deus Mamom” tem sido posto nos altares, pelos luciferinos que por
aí pontificam.
Por outro
lado, que pode levar um general ou almirante, nos tempos que correm, a almejar
chegar a chefe de estado - maior? O que lhe sobra para comandar? Que autoridade
tem? Que dignidade institucional ou social possui? Que competências lhe restam?
Muito
poucas, praticamente nenhumas!
E com o novo
EMFAR e restantes alterações legislativas que se preparam, hão-de ser passados
a ferro…
Ter estomago
para aguentar tudo isto (e o que se prenuncia) varia inversamente com a
vergonha na cara ditada pelo carácter.
Ou seja, só se entende que um oficial general
aceite um lugar no topo da hierarquia se estiver na firme determinação de fazer
frente e tentar mudar a política errada, há muito seguida relativamente à
Defesa e Segurança Nacionais (e à própria destruição do País), que está a
liquidar a IM. E a minimizar os militares e a humilhar as chefias, com
constantes desconsiderações e atropelos.
Veremos onde
está o coração do CEMGFA, que há décadas é um observador crítico de tudo o que
se tem passado nas FA, ou se está apenas à espera de uma qualquer prebenda fora
de portas, como parece estar na moda.
****
E é nas
considerações finais que entra a matemática e os métodos dedutivos,
nomeadamente aritméticos.
Relembremos
conceitos:
Axioma (do
grego axioma), proposição cuja verdade é evidente – ou seja, não carece de
demonstração;
Teorema (do
grego théorêma), é uma proposição que precisa de ser demonstrada para se tornar
evidente;
Tese (do
grego thésis), proposição para ser defendida; conclusão de um teorema;
Hipótese (do
grego hypóthesis), suposição admissível de que se tira uma consequência.
Para o que
queremos provar, começamos por definir o nosso axioma e que é este: “Um General
é sempre um General, mesmo em cuecas”.
Daí passamos
para o teorema: “Um General é uma máquina de decisão”.
Formulamos
uma Hipótese: “Um General que não decida, não serve para nada”.
E,
finalmente a Tese: “Os Generais vão desaparecer”.
Demonstração:
Se um
general é uma máquina de decisão deve ter algo sobre que decidir;
Esse “algo”,
é definido superiormente bem como o âmbito a que se aplica;
Mas se,
superiormente lhe é retirado sucessivamente o “algo” até não restar coisa
alguma, o âmbito sobre que decidem é “zero” o que, não obstante ser um número
inteiro representa “nada”;[2]
Ora tal
retira e impede, à partida, qualquer “objecto” sobre o qual possa incidir a
capacidade de decidir de todo e qualquer general;
De onde se
pode deduzir, inferindo-se, que um general, nessas condições, não serve para
nada;
Não servindo
para nada, um general carece de objectividade analítica, logo de sustentação
matemática.
Mesmo
considerando o “infinito” resultante da divisão de uma decisão por zero, não é
demonstrável a sua necessidade ao equilíbrio do Cosmos.
Logo os
generais vão desaparecer.
C. q. d..[3]
Como o
Professor Vidal deve estar orgulhoso de mim![4]
Não se
cuidem não…
[1] EMFAR – Estatuto dos Militares das FA
[2]
Segundo a “Escola Formalista”, onde pontificou Giuseppe Peano (1858-1932),
“zero” como “conceito primitivo” representa um “ente matemático”, fundamentado
por cinco axiomas, um dos quais o considera um “número”. Espero que tenham
entendido.
[3] Como se queria demonstrar…
[4] Saudoso Catedrático da 1ª Cadeira – Matemáticas Gerais; do então 1º Ano Geral da Academia Militar e um dos terrores do “Zé cadete”.
[3] Como se queria demonstrar…
[4] Saudoso Catedrático da 1ª Cadeira – Matemáticas Gerais; do então 1º Ano Geral da Academia Militar e um dos terrores do “Zé cadete”.
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