segunda-feira, 22 de abril de 2013

O MISERÁVEL “NEGÓCIO” TAP/SATA/GREVES/GOVERNO

O caso conta-se em duas penadas.

    Como se sabe o governo – isto é os senhores que a maioria dos votantes elegeu para nos governar em nome da “Troika” – na sua obediência canina em cortar em tudo o que mexa ou esteja quieto, com excepção dos órgãos que os sustentam e nas clientelas partidárias, decidiu abocanhar uma percentagem variável dos vencimentos dos cidadãos, depois de ter prometido coisas diferentes.

    Mas, ao arrepio do exemplo e à revelia de igualdades e justiças propaladas – para inglês ver – abriram excepções. Afinal sempre há uns quantos mais iguais do que outros…

    São conhecidos os casos da CGD, Banco de Portugal, NAV e TAP, que foram isentos de muitas das penalizações aplicadas ao vulgo, em 2011 e 2012. Note-se que estamos a falar de um grupo restrito, dos mais privilegiados trabalhadores nacionais.

   Este ano, porém, os jovens turcos que se reúnem às quintas - feiras, na R. Gomes Teixeira, decidiram ter uma eructação de personalidade, puseram voz grossa e atroaram os ares com uma decisão de peso: este ano, os cortes de 10% nos vencimentos do pessoal da TAP, SATA, Portugália e SATA Açores eram para ser aplicados!

    As administrações respectivas apresentaram os esgares e as frases, como é de costume; os sindicatos uniram-se todos, e cá vai disto: ameaça de greve na Páscoa.

    Pois, que diabo, não andam todos os outros transportes em greve (apesar de, ainda, não terem levado nada)? E os portos, aquilo é que foi, meses a fio, milhões de prejuízos! (A propósito, alguém sabe como acabou e porquê?).

     As hostes tremeram, ameaça para aqui, queixa acolá. Durou pouco, o governo cedeu logo.

    Afinal os jovens turcos só têm “coragem” de actuar contra os fracos. Afinal são uns cobardes!

    Poder-se-á alegar que foram pragmáticos a arranjar uma solução face aos prejuízos previsíveis. Concedo, passam então a cobardes pragmáticos e não se livram de outros danos.

     Aliás, nunca houve coragem para resolver o problema da TAP que se arrasta desde os tempos do “PREC”, para o que se poderia ter lançado mão das soluções aplicadas à “Suissair” e à “Sabena”. Mas não, ajoelharam sempre perante as ameaças de sindicatos (só na TAP há uma profusão de 14, de todos os quadrantes), sobretudo o dos pilotos, e clientelas partidárias – isto para já não falar nalgumas inverosímeis administrações.

    Por tudo isto a empresa foi acumulando milhões e milhões, de passivo, resultando que o país está a um passo de ficar sem uma companhia de bandeira – que é já um símbolo nacional – e o estado nem sequer alivia a tesouraria, pois se prepara para a alienar por “um euro”, dado que ninguém vai dar dinheiro por uma empresa falida, cujos proventos se esgotam em alimentar vidas de “novos - ricos”. [1]

    Como foi, então, feito o negócio usando de enleio discursivo para enganar distraídos e crentes?

    Simples: os cortes são feitos na mesma conforme a lei, para permitir ao governo salvar a face e a administração da TAP assume a diferença, dando com uma mão o que o governo tira com a outra. [2]

    Não se sabe ao certo de que rubrica sairá o dinheiro para pagar esta diferença agora acordada. Seja como fôr a solução encontrada não pôde ser transposta “tout court” para a SATA e, daí, o Governo Regional dos Açores ter dito que não tinha dinheiro para pagar a operação, o que obrigou a uma maratona negocial de mais de 24 horas, cujos termos acordados se ignoram. E quem, em última análise, vai pagar…

    Não contentes com isto, ainda conseguiram o desbloqueamento das carreiras. Outra excepção.

    Finalmente, para ilustrar a falta de norte e, sobretudo, de vergonha, reinante, queremos denunciar a argumentação por parte de sindicalistas e não só, de que face à “degradação” das condições remuneratórias e sociais, os pilotos e técnicos estão a “fugir” para outras companhias, nomeadamente, no Médio Oriente.

    É preciso ter lata: então e os restantes pilotos das companhias que não têm o Estado com principal acionista? Ou o sindicato só representa a TAP e, agora também a SATA?

    E o livre mercado é só para funcionar quando interessa?

    Já agora, durante décadas a TAP e a SATA, não foram alimentadas por paletes de pilotos e técnicos formados na Força Aérea (FA) e que aquelas companhias receberam de mão beijada e a custo zero?

    Sem dúvida que a sua falta de preocupação por este “pormenor” – que tem esvaído a instituição FA durante anos e anos, causando-lhe graves problemas de índole vária – só tem paralelo na falta de coragem em tentar resolver os problemas por parte da maioria das chefias militares e no olímpico desprezo votado pelo poder político. Uma área, aliás, onde os Ministros da Defesa – se o fossem – podiam ter servido para alguma coisa!

    Aos profissionais da Aviação abrangidos pelo teor deste escrito – contra os quais nada me move e onde conheço excelentes profissionais – pedia que metessem a mão na consciência, tomassem em devida conta as vergonhas existentes e actuem em consonância.

   A situação é imoral? Sim é imoral, mas quem é que, nos tempos que correm, se atreve a chamar imoral seja ao que fôr?

    Inacreditável? De todo, apenas mais um episódio resultante da putrefacção moral, política e social – que gera a lei da selva - em que caímos.


[1] E ainda está para se conhecer um peculiar acordo que terá sido feito, creio que durante o executivo Guterres, com o sindicato de pilotos, relativamente a cláusulas a garantir em caso de eventual privatização da TAP.

[2] Soluções semelhantes têm sido usuais, a fim de garantir a “paz” social, permitindo dizer para fora que não se têm aumentado os vencimentos base.

domingo, 21 de abril de 2013

2010 - A IMPORTÂNCIA DOS COLÉGIOS MILITARES: PASSADO, PRESENTE E FUTURO

Como se pode constatar pela data, foi escrito há 3 anos. Como muitos outros apenas antecipou eventos que vieram a ocorrer mais tarde.
 
Já se sabe que em política não se pode ter razão antes de tempo, mas em Estratégia pode e deve-se. E o adágio popular-  que não é (são) mais do que o bom senso vertido na corrida da vida, mandava "pôr as barbas de molho"....
 
Observem o que o Governo se está a preparar para fazer!

Clicar no titulo para ler.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A SENILIDADE CAQUÉTICA DO DR. MÁRIO SOARES

“Infinitus est numerus stultorum” (É infinito o número dos tolos)
Eclesiastes
 
Veio o arvorado “pai democrata” afiançar em título de 1ª página: “Por muito menos do que isto mataram o Rei D. Carlos”. [1]
 
Vejamos se entendi bem: o Dr. Mário Soares (MS) pretende comparar a situação existente, àquela vivida pelo nosso Augusto Rei e comparar a sua acção à dos governantes actuais – nomeadamente o PR, Prof. Cavaco Silva – na solução da “crise” em ambas as épocas, e “alertar” o actual inquilino de Belém para que lhe pode acontecer o mesmo – presumo que metaforicamente…
 
O Dr. MS não se enxerga mesmo.
 
Quando o ilustre monarca foi vilmente assassinado, com seu filho primogénito, em 1/2/1908, tinham passado 88 anos da Revolução Liberal, de 1820, que virou o país de pantanas, até 1851 e depois nunca lhe conseguiu dar coerência e estabilidade, acabando em desastres políticos, sociais e financeiros sucessivos, que resultaram numa fuga para a frente, que culminou na implantação da República, em 5/10/1910 – de que o atentado do Terreiro do Paço foi a antecâmara – como se os problemas do país derivassem da existência da Família Real.
 
Imbecilidade semelhante, já tinha sido aduzida em 1820, ao tentar-se sentar no Trono, em vez de um Homem, um papel: a Constituição!
 
O Senhor Rei D. Carlos foi um monarca notável, patriota – por definição só podia – homem de carácter, probo, culto, com visão política, excelente diplomata, cientista e artista de rara sensibilidade. E deu exemplo de contenção e solidariedade em tempos de dificuldades generalizadas…
 
Aturou – é o termo - a maldita da política partidária – os partidos políticos, em geral, sempre constituíram uma pústula cancerosa na Nação – com menos paciência, é certo, com que seu pai, o bom do D. Luís, tinha feito e só se dispôs a interferir, mais “musculadamente” na cena política, quando o desastre era já extenso e o bloqueamento do sistema político, não só o aconselhava, mas exigia.
 
Ora a actuação dos republicanos maçónicos e carbonários – em que MS se diz rever - e, também de muitos políticos dos partidos que se diziam monárquicos, foi justamente no sentido de contrariar os esforços do Rei e de outros patriotas (nomeadamente militares), em travar o descalabro existente.
 
Ao matarem o Rei – que tinha acabado de assinar a ordem de degredo para África, pena a que os cabecilhas da última tentativa revolucionária tinham sido condenados (é bom lembrar que o Partido Republicano era um partido legal e estava representado no Parlamento) – acabaram por subverter e paralisar, a ordem existente.
 
Os pavorosos 16 anos da I República só ampliaram, catastroficamente, o desastre!
 
Ora são precisamente os “descendentes” políticos do primo-republicanos – com MS à frente - acompanhados por um batalhão de acólitos de ideologias erradas e organismos internacionalistas, que não têm nada a ver com a nação dos portugueses, que se vêm opor, agora, a outros políticos que estão a tentar (apesar de só quase fazerem asneiras) emendar as políticas erradas do anterior, em que todos também colaboraram.
 
Estamos, pois, no alvor de um “Surrealismo” de que nem o mestre Dali se lembraria…
 
Creio, até, que MS em vez de estar preocupado com a segurança do actual Presidente se deveria preocupar com a sua.
 
De facto quem tem responsabilidades como ele, na desgraça da retirada de pé descalço, a que chamam “Descolonização”; quem, sendo Primeiro – Ministro teve que chamar o FMI, para evitar a bancarrota; ajudou a meter o país na CEE, de qualquer maneira e a qualquer preço; ficou a ver a delapidação de grande parte dos fundos daquela organização indefinida, sem mexer um dedo e gozou que nem um nababo oriental, durante 10 anos de presidência, em que tinha o orçamento que queria, o que lhe permitiu dar duas voltas ao mundo em viagens “de estado” (ou de estadão) – e ficamos por aqui – deve estar mais preocupado consigo do que com alheios.
 
E até é possível que ande, a avaliar pela protecção policial, que ainda hoje lhe é dispensada e às suas propriedades, coisa que D. Carlos, que era um homem valente, dispensava, pois nem escolta tinha. Mas andava armado (era um excelente atirador) e dispunha-se a enfrentar o perigo…
 
Aliás, a mediocridade do seu percurso político - a que há que subtrair a oposição ao golpismo totalitário do PCP, em 1975, (de que foi militante – afinal “só os burros é que não mudam”…) e mesmo aí, tratava-se de luta pelo poder – só tem paralelo na mediocridade desta III República, de que MS ficará como um dos expoentes.
 
De facto apesar de ter herdado a “pesada herança” do Regime anterior; ter gozado do fluxo contínuo de fundos comunitários (cerca de dois milhões de contos/dia), sem nada fazer para os merecer, a não ser alienar capacidades, património e soberania (ou seja tudo o que realizou foi com riqueza que não produziu); e não ter qualquer ameaça externa ou interna grave, que pudesse tolher o desenvolvimento, foi obrigada a pedir a ajuda do FMI, por duas vezes e acabou falida, num protectorado vergonhoso, tutelado por um acrónimo repelente, a “Troika”!
 
Dr. MS o senhor, como português e como político, é uma desgraça e, mesmo em vida, é já uma mentira histórica.
 
Fará o favor de não tornar a falar no Rei, Senhor D. Carlos: o senhor não está qualificado para o fazer e Ele não merece ser maltratado.



[1] Entrevista ao Jornal “I”, de 12/4/13, sobre a situação política actual.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O EQUILIBRIO E A VIDA

Hoje pretendo falar de “equilíbrios”, pois a vida é feita de equilíbrios.

Os equilíbrios fazem parte da natureza, dos seres individuais, da sociedade como tal e da sua interacção.

Quando um equilíbrio se desfaz, assistimos a um cataclismo, o rompimento de uma ordem, ao aparecimento de um caos, ao desaparecimento de espécies, à ruptura de ligações.

Este equilíbrio vai do cósmico ao individuo.

O equilíbrio cósmico está para além da nossa compreensão, seja por se acreditar que é um acto de criação Divina – seja qual for a forma pela qual a entendemos - seja por nos parecer ter origem num fenómeno natural ou em qualquer “big bang”.

Tanto num caso como noutro revela-se o mais profundo do desconhecimento e a única explicação (para muitos o seu equilíbrio) é a Fé.

No primeiro caso a Fé religiosa, num poder sobrenatural; no segundo surge a fé na ciência que um dia (se Deus quiser?!) há - de encontrar uma explicação.

Esta interrogação e necessidade em perceber a nossa existência e tudo o que nos rodeia, e a inexistência de uma resposta tranquilizadora existe, seguramente, desde o princípio do Homem – e acompanhar-nos-á até ao fim dos tempos – e é a possível causadora do nosso primeiro desequilíbrio…

A explicação do sobrenatural deu origem ou é explicado pelas várias religiões, primeiro politeístas, mais tarde (muito mais tarde), monoteístas.

Já nos últimos dois milénios se procurou um equilíbrio entre a vida centrada em Deus (Teocêntrica) – que tem dado origem, nas suas versões extremas, a vários fundamentalismos religiosos; e a vida centrada no Homem (Androcêntrica), que se desenvolveu a partir do século XVIII, através do ideário jacobino, maçónico e marxista, por via de uma progressiva idolatria do positivismo científico.

Na sua versão mais extremada chega-se a ponto de desafiar Deus e de, a Ele, se equiparar.

Tem havido muitas guerras por causa disto e já se vai sendo tarde para se encontrar algum equilíbrio neste âmbito.

Vejamos, ainda, exemplos de equilíbrios que é necessário preservar, alguns dos quais estão fora da possibilidade da humana acção, como é o caso do já mencionado equilíbrio cósmico (para já…). Uma alteração neste particular pode dar origem a um cataclismo ou tempestade de tal magnitude, que pode fazer-nos desaparecer pura e simplesmente.

A força gravitacional vai-nos mantendo em posição e o “sistema” unido…

Já a nível do planeta Terra existem “equilíbrios” instáveis como seja aqueles relacionados com o Clima e a Geologia. O primeiro pode dar origem a fenómenos metereológicos extremos, enquanto o que se passa debaixo da crosta terrestre e no leito dos oceanos, pode provocar actividade sísmica, vulcânica e maremotos, algo catastróficos.

Grandes alterações no clima podem provocar mudanças radicais nas formas de vida na Terra. A “fronteira” pode ser apenas um fio ténue, como entre a morte e a vida.

A vida animal e vegetal também requer um equilíbrio vasto, um equilíbrio que passa, sobretudo, pela cadeia alimentar. Quando este equilíbrio, por alguma razão se rompe, temos fome, desertificação de habitats, extinção de espécies. É a interrupção do ciclo da vida.

Neste âmbito o grande perturbador é o homem…

Os Países relacionam-se uns com os outros através de equilíbrios geopolíticos. Quando este equilíbrio se esfarela temos crises que, não raro, acabam em guerra.

As Sociedades geram, por sua vez, equilíbrios sociais. Estes equilíbrios sintetizam-se numa palavra: Justiça.

Justiça na distribuição da riqueza, no mérito, nas relações de trabalho, nos impostos, nos sacrifícios, no exemplo, na representatividade e exercício do Poder, etc.

Quando o desequilíbrio surge e se acentua, estilhaça-se a coesão social, aumentam as tensões e, no extremo, resultará numa guerra civil.

Ao ser humano, na sua individualidade, o equilíbrio é imprescindível; este manifesta-se na relação entre as aspirações concebidas e as concretizadas; nos sentimentos desejados e os correspondidos; entre o corpo e a mente – quando há desequilíbrio adoecemos.

Finalmente o equilíbrio nas relações: quando este se quebra dá-se o divórcio, na amizade e no amor. Acompanhado ou não pelo conflito.

Só o equilíbrio mantém a Paz, a paz interior, a paz entre as pessoas, a paz entre as Nações; só a paz permite o desenvolvimento estável, tanto material como espiritual. E a harmonia da Natureza.

A uma e a outras convém que se preserve.

Por outro lado equilíbrios existem, mas pela negativa como são, por exemplo, a dissuasão pelo terror, ou os fundamentalismos que se opõem e separam.

Sem embargo. Nunca se deve esquecer Santo Agostinho: ”A Paz sem Justiça é opressão”.

O equilíbrio na vida profissional é desejável – por todas as razões já apontadas – mas tem que se precaver de tudo aquilo que possa gerar um impasse, que impeça uma resultante. A chave - aqui - chama-se organização, hierarquia, autoridade, liderança.

Tudo isto, porém pode ser utilizado para o Bem, como para o Mal, daí a importância da Virtude, da Ética e da Deontologia.

É difícil o entendimento a qualquer nível, enquanto o Bem não vencer o Mal…

Não existe nenhum compêndio com soluções escola, nem milagrosas, aplicáveis a tudo o que foi dito. É uma aprendizagem constante e tem muito mais de “arte do que de ciência”.

Nós todos (Portugal) estamos em franco desequilíbrio, e este é profundo: moral, político, económico, financeiro e social. Vamos passar por mais um teste, uma espécie de prova de fogo, o que é historicamente cíclico, também.

Podemos perecer ou viver.

A vida é uma renovação constante e nela resta a esperança da redenção, de nos reencontrarmos e encontrarmos o equilíbrio que por nossos “pecados” e falta de capacidade para aprendermos, estamos sempre a perder. Individualmente, e como povo.

RENOVAÇÃO DO COMPROMISSO COM A DEFESA DE PORTUGAL

Fortalecer o vínculo da Nação com as suas Forças Armadas, eis o desígnio patriótico que nos mobiliza a todos os que nos queremos juntar na defesa da identidade de Portugal, hoje mais uma vez ameaçada.

Um dos mais significativos contributos para o ressurgir deste vínculo, tem acontecido nos países nossos aliados, através do convite aos militares licenciados para que colaborem de novo com o Ramo Militar onde prestaram serviço, mas agora de forma voluntária e empenhada, transmitindo nos seus tempos livres às jovens gerações nas Escolas, a cultura de Segurança, a adesão à Ordem Internacional e o compromisso com a Defesa da Pátria, valores que adquiriram enquanto vestiram a farda militar. Existem há décadas nos países da Aliança Atlântica com o nome de Reservistas voluntários.

O movimento mundial dos jovens Cadetes do Mar e Cadetes do Exército nas Escolas, que Portugal integrou faz três anos e desenvolve já formação em sete estabelecimentos de ensino, para que se possa expandir a todo o território, precisa de contar privilegiadamente com estes cidadãos patriotas, espalhados pelo país, que aceitem hoje voltar a colaborar com o seu Ramo, a Marinha, o Exército ou a Força Aérea, formando assim cada vez mais jovens nas Escolas.

As instituições cívicas e patrióticas hoje reunidas em Portugal em torno desta causa, convidaram este ano os nossos aliados Franceses a testemunhar entre nós, as suas boas práticas nesta matéria.

É pois com base segura que solicitamos às Forças Armadas de Portugal que criem também uma reserva cidadã com os seus militares licenciados, sem custos adicionais para os Ramos, mas valorizando o seu papel através da imagem de representação do respectivo Ramo nas Escola, autorizando para tal que estes Reservistas voluntários, voltem a usar com orgulho o uniforme militar, que todos eles aliás já antes envergaram na defesa da Pátria.

 
 
Convidam-no(a) assim a participar neste primeiro dia de apelo aos Reservistas de Portugal, demonstrando com a sua presença e solidariedade a confiança e a esperança nesta verdadeira reserva da defesa da nossa Soberania, associando-se ainda à evocação dos 150 anos da Medalha Militar em Portugal: Grupo de Amigos do Museu de Marinha (gestor dos Cadetes do Mar); Ligas dos Amigos dos Museus Militares de Lisboa e do Porto (gestoras dos Cadetes do Exército); Academia Falerística de Portugal; Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania; Associação de Professores de História; Associação de Fuzileiros; Associação de Amigos do Arquivo Distrital do Porto; Associação de Recriação Histórica Espada Lusitana; Associação Napoleónica Portuguesa; Associação de Jogos de Simulação de Portugal; Associação PtNauticmodel; Escola de Actividades Náuticas de Cascais; e instituições cooperantes, Comissão Portuguesa do Atlântico; Instituto D. João de Castro; Centro de Estudos de Filosofia da Universidade Católica; Instituto Superior de Estudos de Segurança da Universidade Lusófona; Escola Superior Náutica Infante D. Henrique, Confraria Marítima de Portugal.
 
PROGRAMA DO DIA DO RESERVISTA
28 de Abril de 2013, 15 horas, Universidade Lusíada
 
Preside S. Exª. o General António Ramalho Eanes
Presença dos Chefes de Estado-Maior dos Ramos
 

PAINEL DE APELO AOS RESERVISTAS DE PORTUGAL
15h00 – La Reserve Citoyenne
      Contre-Amiral Antoine de Roquefeuil,
      Secrétaire Général du Conseil Superieur de la Reserve Militaire

 15h30 – Le Devoir de Mémoire, les “Cadets de la Défense”
      Général Yves Beraud, Directeus Général de Civisme Défense Armées Nation

 15h45 – Apelo ao Voluntariado Reservista – Assinatura de Protocolos
      Comandante Bellem Ribeiro, Relações Internacionais dos Cadetes de Portugal

 16h00 – Apoio conceptual da Comissão Portuguesa do Atlântico
      Vice-Almirante Alexandre Reis Rodrigues, Vice-Presidente da CPA

 16h10 – Apoio conceptual do Instituto D. João de Castro
      Professor Adriano Moreira, Presidente do Conselho de Fundadores

16h20 – Supervisão do IDN à formação de Cadetes Voluntários da Defesa
      Major-General Rodrigues Viana, Director do Instituto de Defesa Nacional

16h30 – Intervenção de S. Exª. o Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada
      Almirante José Carlos Saldanha Lopes

16h40 – Intervenção de S. Exª. o General Chefe do Estado-Maior do Exército
       General Artur Pina Monteiro

16h50 – Intervenção de S. Exª. o General Chefe do Estado-Maior da Força Aérea
       General José António Araújo Pinheiro

17h00 – Intervenção de S. Exª. o General António Ramalho Eanes

17h10 – Debate

COMEMORAÇÕES CENTENÁRIAS DOS SÍMBOLOS DE RECONHECIMENTO DO MÉRITO

17h30 – Evocação dos 150 anos da criação da Medalha Militar em Portugal
       Professor Nuno Oliveira, Dr. Paulo Estrela, Direcção da Academia Falerística de Portugal
 
17h45 – Inauguração da Exposição da Medalha Militar (AFP)

domingo, 7 de abril de 2013

SEM COMENTÁRIOS

Boa imagem do Regime e assunto a condizer "Inventário".
A pedir um Inventário do Regime?

«A presente lei aprova o regime jurídico do processo de inventário, altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, e alterado pelos Decretos -Leis n.os 67/75, de 19 de fevereiro, 201/75, de 15 de abril, 261/75, de 27 de maio, 561/76, de 17 de julho, 605/76, de 24 de julho, 293/77, de 20 de julho, 496/77, de 25 de novembro, 200 -C/80, de 24 de junho, 236/80, de 18 de julho, 328/81, de 4 de dezembro, 262/83, de 16 de junho, 225/84, de 6 de julho, e 190/85, de 24 de junho, pela Lei n.º 46/85, de 20 de setembro, pelos Decretos -Leis n.os 381 -B/85, de 28 de setembro, e 379/86, de 11 de novembro, pela Lei n.º 24/89, de 1 de agosto, pelos Decretos -Leis n.os 321 -B/90, de 15 de outubro, 257/91, de 18 de julho, 423/91, de 30 de outubro, 185/93, de 22 de maio, 227/94, de 8 de setembro, 267/94, de 25 de outubro, e 163/95, de 13 de julho, pela Lei n.º 84/95, de 31 de agosto, pelos Decretos -Leis n.os 329 -A/95, de 12 de dezembro, 14/96, de 6 de março, 68/96, de 31 de maio, 35/97, de 31 de janeiro, e 120/98, de 8 de maio, pelas Leis n.os 21/98, de 12 de maio, e 47/98, de 10 de agosto, pelo Decreto -Lei n.º 343/98, de 6 de novembro, pelas Leis n.os 59/99, de 30 de junho, e 16/2001, de 22 de junho, pelos Decretos--Leis n.os 272/2001, de 13 de outubro, 273/2001, de 13 de outubro, 323/2001, de 17 de dezembro, e 38/2003, de 8 de março, pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto, pelos Decretos -Leis n.os 199/2003, de 10 de setembro, e 59/2004, de 19 de março, pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 263 -A/2007, de 23 de julho, pela Lei n.º 40/2007, de 24 de agosto, pelos Decretos -Leis n.os 324/2007, de 28 de setembro, e 116/2008, de 4 de julho, pelas Leis n.os 61/2008, de 31 de outubro, e 14/2009, de 1 de abril, pelo Decreto -Lei n.º 100/2009, de 11 de maio, e pelas Leis n.os 29/2009, de 29 de junho, 103/2009, de 11 de setembro, 9/2010, de 31 de maio, 23/2010, de 30 de agosto, 24/2012, de 9 de julho, 31/2012 e 32/2012, de 14 de agosto, o Código do Registo Predial, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 224/84, de 6 de julho, e alterado pelos Decretos -Leis n.os 355/85, de 2 de setembro, 60/90, de 14 de fevereiro, 80/92, de 7 de maio, 30/93, de 12 de fevereiro, 255/93, de 15 de julho, 227/94, de 8 de setembro, 267/94, de 25 de outubro, 67/96, de 31 de maio, 375 -A/99, de 20 de setembro, 533/99, de 11 de dezembro, 273/2001, de 13 de outubro, 323/2001, de 17 de dezembro, 38/2003, de 8 de março, e 194/2003, de 23 de agosto, pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 263 -A/2007, de 23 de julho, 34/2008, de 26 de fevereiro, 116/2008, de 4 de julho, e 122/2009, de 21 de maio, pela Lei n.º 29/2009, de 29 de junho, e pelos Decretos -Leis n.os 185/2009, de 12 de agosto, e 209/2012, de 19 de setembro, o Código do Registo Civil, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 131/95, de 6 de junho, com as alterações introduzidas pelos Decretos--Leis n.os 36/97, de 31 de janeiro, 120/98, de 8 de maio, 375 -A/99, de 20 de setembro, 228/2001, de 20 de agosto, 273/2001, de 13 de outubro, 323/2001, de 17 de dezembro, 113/2002, de 20 de abril, 194/2003, de 23 de agosto, e 53/2004, de 18 de março, pela Lei n.º 29/2007, de 2 de agosto, pelo Decreto -Lei n.º 324/2007, de 28 de setembro, pela Lei n.º 61/2008, de 31 de outubro, pelos Decretos -Leis n.os 247 -B/2008, de 30 de dezembro, e 100/2009, de 11 de maio, pelas Leis n.os 29/2009, de 29 de junho, 103/2009, de 11 de setembro, e 7/2011, de 15 de março, e pelo Decreto -Lei n.º 209/2012, de 19 de setembro, e o Código de Processo Civil, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de dezembro de 1961, e alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de julho, pelas Portarias n.os 642/73, de 27 de setembro, e 439/74, de 10 de julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de maio, 165/76, de 1 de março, 201/76, de 19 de março, 366/76, de 15 de maio, 605/76, de 24 de julho, 738/76, de 16 de outubro, 368/77, de 3 de setembro, e 533/77, de 30 de dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de dezembro, 207/80, de 1 de julho, 457/80, de 10 de outubro, 224/82, de 8 de junho, e 400/82, de 23 de setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de março, 242/85, de 9 de julho, 381 -A/85, de 28 de setembro, e 177/86, de 2 de julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de março, 321 -B/90, de 15 de outubro, 211/91, de 14 de junho, 132/93, de 23 de abril, 227/94, de 8 de setembro, 39/95, de 15 de fevereiro, e 329 -A/95, de 12 de dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de setembro, 125/98, de 12 de maio, 269/98, de 1 de setembro, e 315/98, de 20 de outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de setembro, e 183/2000, de 10 de agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de outubro, e 323/2001, de 17 de dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 38/2003, de 8 de março, 199/2003, de 10 de setembro, 324/2003, de 27 de dezembro, e 53/2004, de 18 de março, pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de março, pelas Leis n.os 14/2006, de 26 de abril, e 53 -A/2006, de 29 de dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de janeiro, 303/2007, de 24 de agosto, 34/2008, de 26 de fevereiro, e 116/2008, de 4 de julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de agosto, e 61/2008, de 31 de outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de novembro, pela Lei n.º 29/2009, de 29 de junho, pelos Decretos -Leis n.os 35/2010, de 15 de abril, e 52/2011, de 13 de abril, e pelas Leis n.os 63/2011, de 14 de dezembro, 31/2012, de 14 de agosto, e 60/2012, de 9 de Novembro».
 
Brevemente será parida uma nova lei que enriquecerá este texto.

A velha nota de 100$00

Lembra-se da velhinha nota de 100$00?
Então recorda o que podia fazer com ela há 40 Anos ...
Comíamos um frango de churrasco no Bom Jardim                          20$00
Víamos uma matinée no Cinema S. Jorge (Música no Coração)     10$00
Bebíamos 2 ginginhas no Rossio                                                            3$00
Comíamos 2 sandes de presunto no Solar dos Presuntos                 6$00
Jantar no Parque Mayer (Sardinhas Assadas)                                  17$50
Assistíamos a uma Revista à Portuguesa no Parque                       16$00
Telefone para dizer que tínhamos perdido o último barco                1$00
Dormir numa pensão com pequeno-almoço incluído                        5$00
O resto da nota dava para ir de carro eléctrico                                 1$50
TOTAL                                                                                                      100$00

Hoje ... 100$00 são € 0,50 e dá para uma simpática (???) gorjeta!
Os tempos são outros, diferentes realidades, e o valor do dinheiro também ...